CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GERENCIAMENTO EM SEGURANÇA PÚBLICA - CEGESP - 2008
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Item CENTRAL DE TRANSPORTES DE APOIO AO SERVIÇO ADMINISTRATIVO DA PMGO: Racionalização do uso de viaturas administrativas na capital.(2008) ISAÍAS INÁCIO DA SILVA; ROBERTO CARLOS FERREIRA; Ari Barreto Carneiro; André Luiz Gomes SCHRÖDEREste trabalho tem como objetivo apresentar uma proposta de implantação de uma Central de Transportes de Apoio ao Serviço Administrativo da Polícia Militar na capital do Estado de Goiás, buscando otimizar o uso da frota, por meio de um sistema centralizador, que será responsável por gerir e controlar essa utilização. Para tanto, utilizaram-se, como metodologia, a pesquisa bibliográfica e a pesquisa em fontes primárias, obtendo assim as informações necessárias para a elaboração da referida proposta. A qualidade é o ponto-chave deste trabalho, tendo em vista que a proposta tem como foco, oferecer maior qualidade aos serviços administrativos da Polícia Militar do Estado de Goiás. O modelo sugerido já é uma realidade em grandes empresas de transporte da capital, como a Ita Transportes e o grupo Odilon Santos que, através de um sistema centralizado, reduziram seus custos operacionais e tornaram mais eficiente o uso de sua frota. A infra-estrutura para o possível funcionamento dessa central já existe, devendo receber algumas adaptações, bem como o efetivo necessário, que poderá ser deslocado para gerência da mesma. Os mecanismos de controle de circulação de viaturas farão com que elas não sejam utilizadas senão para o motivo solicitado, observando as normas contidas no decreto n. 6.389, de 24 de fevereiro de 2006, que dispõe sobre as frotas de veículos da administração direta e indireta do poder executivo do Estado de Goiás.Item SAÚDE INTEGRAL DO POLICIAL MILITAR: UMA NOVA ABORDAGEM DA PMGO PARA A QUALIDADE DE VIDA(2008) ADERIVALTER MARTINS DA ROCHA; MESSIAS SANTOS SILVA; Anésio Barbosa da Cruz Junior; Emerson Bernardes da SilvaAborda a temática da saúde integral do policial militar, com vistas a uma nova configuração. Sintetiza a evolução e as transições patológicas, evidenciando as possibilidades epidemiológicas, etárias e ecológicas. A investigação foca a auto estima abalada do policial militar pela falta de crédito junto à comunidade e o aumento da criminalidade e da violência, como argumento que contribui para a falta de qualidade de vida que, conforme definição da ONU extrapola a ausência de doença e admite os contornos da harmonia bio-pscio-social. Propõe a hipótese de instrumentos e mecanismos de proteção e defesa ante as ameaças à saúde, oportunizando a reflexão da educação como força motriz na transformação cultural de se adotar práticas e posturas protetivas em relação à saúde integral, emoldurado em aspectos dialéticos e holísticos. Ressalta a importância do serviço público de qualidade, corroborando a interdependência que assume a qualidade no trabalho e a qualidade na vida. Correlaciona as características da ergonomia como ingrediente essencial de favorecimento da qualidade no ambiente de trabalho. Caracteriza as propostas para atendimento à saúde integral na PMGO, tais quais, Programa de Saúde para o Diabético (PSPD), Programa de Atenção Integral à Saúde do PM (política sobre drogas), Programa de Promoção de Cuidados em Saúde Mental, Programa de Condicionamento Físico (Fitness Center). Propõe a criação de um Centro de Atenção à Saúde integral do policial militar, com vistas a agregar todos os programas existentes e integrá-los para desencadear uma proposta satisfatória de atendimento.Item POLICIAMENTO SETORIZADO COMO ESTRATÉGIA DE DESCENTRALIZAÇÃO OPERACIONAL(2008) EDSON FERREIRA MOURA; ROBERTO SANTOS DE LIMA; Victor Dragalzew Júnior; André Luiz G. SchröderO presente trabalho monográfico busca conhecer doutrinariamente a origem da administração gerencial e sua influência na prestação de serviços de segurança pública para a comunidade. Para tanto, fez-se uma abordagem sobre os principais modelos de Estados existentes ao longo de nossa história, descrevendo a sua origem e evolução, além de traçar um paralelo entre eles. Constata-se que administração gerencial fora fruto da mudança de cultura da sociedade, em que os administradores da coisa pública focam seus objetivos nos valores a partir da ótica do cidadão. Entretanto, essa mudança não ocorre por acaso, sendo fruto de luta de classes e que vem se aprimorando ao longo de séculos. Para que a melhoria na prestação de serviços de segurança pública possa ocorrer na prática, está sendo implementada pelo comando da polícia militar do Estado de Goiás (PMGO), a setorização, ou seja, a divisão da área de atuação dos policiais, aplicando concomitantemente a filosofia do policiamento comunitário, resultando na proximidade entre polícia militar e comunidade com o objetivo do bem-estar social. Verifica-se que o sucesso da proposta só será alcançado se, além da setorização, o alto comando da PMGO conceder autonomia aos policiais militares no nível de execução, para que possam tomar decisões em conjunto com a comunidade onde estejam prestando seus serviços. Desta forma, desburocratizando a administração, fato tratado pela instituição como descentralização – passar a autonomia para outro órgão exercer as atividades – apesar de que o termo mais adequado seja desconcentração, significando o ato do dirigente central conceder autonomia para os escalões hierárquicos inferiores, dentro de uma mesma organização.Item ESTUDO VISANDO À IMPLANTAÇÃO DA AUDITORIA ADMINISTRATIVA NA PMGO: PROPOSTA E REGULAMENTAÇÃO(2008) JÂNIO DONISETE MENDES; WALDIVINO CÂNDIDO DA ROCHA; Massatoshi Sergio Katayama.; Cleiton dos Santos PereiraEste trabalho visa ao estudo sobre auditoria administrativa, procedendo à implantação, na Polícia Militar do Estado de Goiás, de uma ferramenta de gestão administrativa voltada ao controle dos recursos humanos e materiais disponibilizados pelo Estado, a fim de propiciar um serviço de policiamento ostensivo e manutenção da ordem pública de qualidade. A utilização eficiente e eficaz dos meios de atuação faz com que a organização policial militar se solidifique perante a sociedade. Em termos práticos, apenas um modelo de controle e avaliação poderia medir a real potencialidade desses meios e sua autêntica adequação às necessidades de cada OPM. O resultado final seria o aperfeiçoamento da atividade-fim, uma vez que o apoio necessário à dinamização desses meios estaria ao encargo da auditoria. Nesse sentido, buscaram-se esses objetivos nesta monografia.Item BASES OPERACIONAIS DA POLÍCIA MILITAR DE GOIÁS: critérios para implantação(2008) LUIS GUSTAVO CAETANO SAMPAIO; ALEXANDRE DE SOUZA PINTO; André Luiz Gomes Schroder; Massatoni Sérgio KatayamaCom a evolução dos tempos, as questões referentes à lei e à ordem se colocam com crescente intensidade, os problemas de ordem pública e de criminalidade afetam todas as sociedades e em muitos países como o nosso, a evolução dos fatos não é encorajadora. Presença maciça, uma visibilidade ostensiva, a polícia faz parte do universo social e mental da população, tornando-se difícil conceber uma sociedade que funcione sem essas grandes organizações de homens de uniforme, que são as polícias. O direito de segurança é dado à população e quem tem o dever de cumprir essa atribuição são os órgãos de segurança pública, entre os quais a Polícia Militar desempenha o principal papel.Item AUTO DE AVALIAÇÃO DE RISCO À ORDEM PÚBLICA PARA DISPONIBILIZAÇÃO DE POLICIAMENTO OSTENSIVO: PROPOSTA DE CRIAÇÃO E NORMATIZAÇÃO(2008) ADÍLIO VITOR DE OLIVEIRA; ALLAN ALVES ARAÚJO; Júlio César Motta Fernandes; Cleiton dos Santos PereiraEste trabalho tem como objetivo apresentar a proposta de criação e normatização de uma nova ferramenta que vise dinamizar a atuação da PMGO no exercício do poder de polícia ostensiva: o auto de avaliação de risco à ordem pública para disponibilização de policiamento ostensivo. Esse recurso, implementado no âmbito da corporação, possibilitará à instituição sair do empirismo e passar a atuar de maneira mais profissional, garantindo uma melhor prestação de serviço à comunidade. A PMGO, por meio do auto de avaliação, exercerá, de forma pró-ativa, a preservação da ordem pública, não se limitando a atuar apenas quando do fato ocorrido, mas evitando que ele aconteça, exercendo, pois, as atribuições conferidas pela Carta Magna. Assim, este trabalho justifica-se pelo fato de o auto de avaliação garantir ao chefe de polícia ostensiva total garantia nas suas ações, isentando-o de qualquer responsabilização civil ou criminal. A partir das inferências e reflexões sobre a criação e a elaboração do Auto de Avaliação de Risco à Ordem Pública, se busca demonstrar a importância deste, no decorrer deste estudo, para a segurança pública.Item ESTUDO VISANDO À CRIAÇÃO DA AUDITORIA OPERACIONAL NA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS(2008) CARLOS ANTÔNIO DE BORBA; WILLIAN EFIGÊNIO DA SILVA; Giovanni Valente B. Júnior; Cleiton dos Santos PereiraO trabalho foi desenvolvido com o objetivo de criar um mecanismo de exame e avaliação dos indicadores de qualidade, afetos a atividade fim da Polícia Militar do Estado de Goiás, em face do atual momento histórico que passa o sistema de segurança pública no Brasil, a busca de novos conceitos, à procura de mudanças de comportamentos, com vistas à melhoria do desempenho operacional. A Corporação Militar da qual se reporta, não diferente das demais corporações militares, vem em busca de novos mecanismos de atualização e modernização das suas metodologias funcionais. Recentemente aderiu ao programa de qualidade total ISO 9000 e buscou padronizar o seu comportamento operacional, por meio de uma ferramenta denominada Procedimento Operacional Padrão (POP). Esta ferramenta dá à instituição os indicadores de que precisa para medir o seu desempenho operacional. Desta forma, busca-se nova estratégia de trabalho para examinar e avaliar a efetividade da aplicação do POP como referencial da sua prestação de serviços junto à sociedade goiana. A partir da implantação da auditoria operacional, o comando da corporação terá ao seu alcance um referencial de como está sendo desenvolvida a prestação do serviço policial militar e se os padrões de qualidade atendem aos anseios da sociedade. Assim, ao abordar o primeiro capítulo, apresentou-se a origem e o modelo atual das auditorias no Brasil, a sua importância e aplicação às empresas, inclusive as públicas, dentre as quais a Polícia Militar. Num segundo momento, propõe-se a sua implantação, mostrando as adequações e metodologias de funcionamento e, principalmente, esclarecendo que esta não se confunde com fiscalização. A fiscalização é mais simples e já contempla mecanismos eficientes para a sua aplicação. Ressalta-se que o enfoque principal é acompanhar os indicadores de desempenho do POP e o fortalecimento da credibilidade institucional.Item PERFIL PROFISSIOGRÁFICO E GRADE CURRICULAR DO CEGESP: crítica em busca da qualificação profissional(2008) PAULO DOS SANTOS SERRÃO; JOEL RIBEIRO COUTINHO; Mauro Teixeira CândidoEste estudo analisa a Grade Curricular do Curso de Especialização em Gerenciamento de Segurança Pública em busca do Perfil Profissiográfico exigido do Oficial de Polícia Militar, na função de Chefe de Polícia, proposta hoje pelo comando da corporação. Para isso teve como principal fonte de pesquisa o CEGESP 2008 e como público-alvo os integrantes da PMGO. Para subsidiar a pesquisa, traçou-se os objetivos da qualificação profissional visando à melhoria da atividade policial na comunidade em que o policial está inserido, elencou-se habilidades para o trabalho da Polícia Ostensiva, bem como o perfil profissiográfico desta. Além de comentários sobre as várias características psicológicas do perfil profissiográfico do Chefe de Polícia e uma breve análise dos objetivos do CEGESP, há também uma pesquisa de campo em que se avalia, através de questionários, a importância de cada um dos princípios na ótica dos integrantes do curso. Avaliou-se ainda a carga horária das disciplinas e os conteúdos ministrados. Assim, este estudo tem a pretensão de contribuir para uma futura reestruturação da Grade Curricular do CEGESP para que se alcance excelência na qualidade dos serviços prestados à população de todo o Brasil.Item POLÍCIA OSTENSIVA: DO CHEFE MILITAR AO CHEFE DE POLÍCIA OSTENSIVA(2008) ARIEL ANSELMO DE OLIVEIRA; CÉLIO BENTO PIRES; Carlos Antônio Elias.; Cleiton Campos de AlmeidaA Polícia Militar do Estado de Goiás, indubitavelmente, necessita acompanhar as metamorfoses e mudanças dos fenômenos sociais, políticos, jurídicos etc., pois passa pela aldeia global, posto que o mundo e o conhecimento humano têm evoluído numa acelerada progressão geométrica; enquanto a PM tem “evoluído” numa progressão aritmética. Assim sendo, logo será vencida. Por isso, precisamos ir ao encontro do nosso desiderato, porque se assim não for estaremos fadados a sucumbir. Entretanto, para melhorar o desempenho é imprescindível mudar as estratégias, táticas e operações no âmbito interno e externo da Instituição Policial Militar enquanto empresa. Hoje, principalmente após o advento da “Constituição cidadã”, a missão constitucional da PM há de ser a de preservação, de respeito e de promoção dos direitos humanos, posto que imperiosa à preservação da ordem pública - lato sensu. E, in casu, em sentido estrito, a ordem pública engloba os aspectos ou espécies desse gênero: a tranqüilidade, a salubridade e a incolumidade. Para mudar é, pois, necessário romper e derrogar alguns paradigmas, ainda arraigados no seio da Corporação e nas mentes de seus integrantes. É imperioso reconhecer, admitir e praticar a atividade de polícia ostensiva para servir, proteger e proporcionar o bem-estar comum à sociedade, posto que a polícia dimana da sociedade, i.e., ela é composta de cidadãos/PM, que existem para sua preservação. O PM é um cidadão com um plus, porquanto tem o “tributo do sangue” - sacrifício da própria vida para o cumprimento de seu dever. Presentemente, o “combate" ao infrator ou delinquente, in gênero, também cidadãos à margem da lei e da ordem, não mais deve ser dizimado e exterminado, uma vez que o PM não é e não deve ser o “carrasco” da sociedade. O Estado possui, para isso, o ordenamento jurídico para aplicação do “jus puniendi”. O PM não é o “justiceiro”, o “vingador”. Ele é e deve ser o anjo guardião e protetor da sociedade, jamais seu algoz.Item PROPOSTA DE MINUTA DE LEI PARA A REGULAMENTAÇÃO DO SISTEMA DE ESTUDO CONTINUADO EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA VIA SENASP NA PMGO(2008) Cleiton dos Santos Pereira; OCARLY Freitas Barroso Júnior; Francisco Paulo Ribeiro RAMOS; Carlos Antônio BorgesEste trabalho propõe a criação do Sistema de Estudo Continuado em Educação a Distância via Senasp na PMGO, como forma de suprir as carências instrucionais decorrentes de cursos presenciais que, de uma forma ou de outra, deixam algum tipo de lacuna na formação profissional do policial militar. Para chegar a essa conclusão, aplicaram-se questionários a praças e oficiais do 7º Batalhão e da Academia de Polícia Militar do Estado de Goiás, com o intuito de descobrir se eles já fizeram algum curso on-line pela Senasp e qual o grau de instrução deles. Assim, no primeiro capítulo, faz-se um panorama dos cursos a distância da Senasp, a fim de sugerir, com base na rotina de trabalho dos policiais militares goianos, quais interessaram à PMGO na formação continuada de seu quadro funcional. No segundo capítulo, apresenta-se minuta de lei, propondo a criação do Sistema de Estudo Continuado em EAD via Senasp na PMGO, com o intuito de regulamentar essa modalidade de ensino pelo poder executivo.Item PROPOSTA PARA REESTRUTURAÇÃO DO SETOR DE INTELIGÊNCIA DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS - RECURSOS HUMANOS(2008) CARLOS CÉSAR GONÇALVES; RUBIA ALESSANDRA GOMES; Silvio Benedito AlvesEste trabalho tenciona propor a especialização do efetivo da 2ª seção do Estado Maior da Polícia Militar do Estado de Goiás, como segunda etapa da sua reestruturação, onde a primeira é a sua organização estrutural conforme Plano de Gestão do Serviço de Inteligência, desenvolvido sob coordenação do Senhor Ten. Cel. QOPM Silvio Benedito Alves - Chefe da PM/2, o qual foi acolhido pelo Comando Geral da Corporação. Sendo assim, sugerimos as matrizes curriculares dos Cursos Básico, de Operação e Intermediário de Inteligência, resultado de uma mesclagem das informações advindas da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) e do Exército Brasileiro (EB).Item PROPOSTA DE LEI DE ENSINO PARA A POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS(2008) MARCOS LUCIANO ALVES DE LIMA; VIRGÍLIO GUEDES DA PAIXÃO; Jesus Nunes Viana; Cleiton dos Santos PereiraO presente trabalho apresenta a redação de Minuta de Lei de ensino para a Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO), nos termos do artigo 83 da Lei Federal nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996 - Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), em conformidade com a filosofia de polícia comunitária, especialmente as funções voltadas à polícia ostensiva e de preservação da ordem pública. A pesquisa partiu de preceitos gerais e genéricos para conclusões específicas e particularizadas, por meio de análises bibliográficas e levantamento documental existente na legislação educacional brasileira, nas Forças Armadas, em outras instituições militares estaduais e na própria PMGO. Buscou-se, na coleta de informações, abranger o funcionamento do ensino no Brasil, compreendendo os princípios que o regem. À luz da LDB, foi visualizada a educação superior (art. 43 a 57), e especialmente o art. 83, que trata do ensino militar. Contextualiza-se o atual ensino na PMGO, bem como o avanço educacional de outras corporações que já possuem lei de ensino específica, a exemplo do Exército Brasileiro e da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Sabe-se que a legislação nacional autoriza a regulamentação do ensino militar por meio de lei peculiar, admitindo a equivalência de estudos ao sistema civil. Em face da legislação em vigor, e satisfeitas as respostas relativas ao procedimento e aos mecanismos a serem considerados, chegou-se ao escopo final do objeto alvitrado, que é a proposta de criação de uma de lei de ensino para a PMGO, destinado a formar, pela primeira vez, especialistas, mestres e doutores em Ciências da Segurança Pública.Item REFORMULAÇÃO DO CURSO DE FORMAÇÃO DE PRAÇAS ANTE A NOVA EXIGÊNCIA LEGAL(2008) JOÃO CLEDSON LUIZ ROSA; IVAN FURTADO DE FIGUEIREDO; Mauro Teixeira Cândido; Emerson Bernardes da SilvaEnfoca a necessidade de reformulação do Curso de Formação de Praças da Polícia Militar de Goiás ante a exigência legal de formação superior para ingresso no quadro de praças da corporação. Aborda o histórico do ensino na formação policial militar em Goiás e a estreita ligação com as Forças Armadas, bem como a evolução das atividades e das instituições de ensino na PMGO. Sintetiza as mudanças pelas quais passaram a Academia de Polícia Militar. Constrói o arcabouço teórico, com base em pressupostos fundamentais, que sustenta uma formação cidadã voltada para a proteção do cidadão e garantidora da dignidade da pessoa humana, dentro de uma técnica policial moderna voltada para a mediação e resolução pacífica dos conflitos. Analisa e propõe a Matriz Curricular Padrão da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), apresentada pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI), como instrumento catalisador e balizador das interações educativas necessárias ao agente público de segurança. Enfoca as Áreas Temáticas e os Eixos Articuladores, bem como, o conjunto de disciplinas inerentes aos mesmos. Propõe uma Matriz Curricular estruturada com base no arcabouço teórico apresentado, formulada em 5 Módulos disciplinares com vistas a abranger a integralidade da formação do agente de segurança pública, e também, caracterizar o policial militar da polícia ostensiva do novo milênio.Item DO COMANDANTE DE POLÍCIA MILITAR AO CHEFE DE POLÍCIA OSTENSIVA: novas atribuições face à atual ordem constitucional(2008) JOSÉ MARIA DE CAMPOS; RONALDO PEREIRA SOARES; Agnaldo Augusto Cruz; André Luiz Gomes SchröderO presente trabalho pretende mostrar que o chefe de polícia ostensiva é um novo desempenho do policial militar em função de comando, em virtude das atuais exigências do contexto social. Desde a criação das polícias militares no Brasil, a figura do comandante foi moldada a partir de um modelo militar herdado do Exército Brasileiro. A característica militar do comandante de polícia reforçou-se muito mais, a partir da década de 60, com a instituição da ditadura militar no Brasil. O governo militar sempre se utilizou das polícias militares para atingir os interesses do Estado, em que as ações não tinham, na maioria das vezes, nexo de causalidade com o serviço policial e o atendimento à população. O emprego das polícias militares para manutenção da ordem pública se dava a partir de um conceito diferente de ordem pública. Com o advento da Constituição de 1988, a segurança pública no Brasil passou por nova roupagem e as polícias militares receberam a missão constitucional de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. A nova ordem constitucional ampliou a missão das polícias militares ao deferir-lhes, quase exclusivamente, a polícia ostensiva. Com o país democratizado na nova realidade social, surgiram outros clamores sociais e a polícia militar passou a ser, de fato, uma instituição de segurança pública. A sociedade espera uma polícia que avalie os riscos existentes em seu seio e ajude-a a prevenir-se dos problemas. Nesse contexto, a polícia militar não pode mais conceber que os seus homens e suas mulheres, em função de comando, sejam aqueles mesmos chefes militares que ficavam dentro de quartéis preocupados com o funcionamento destes e voltados para os interesses do Estado. O “chefe militar”, que se preocupava apenas em distribuir o seu efetivo de serviço e que avaliava seu desempenho na quantidade de ocorrências atendidas, deve ser substituído por um “chefe de polícia” que se preocupava com a prevenção e seja construtor da cidadania, avaliando seu desempenho na manutenção da paz social. Pensando-se em um chefe de polícia que seja mais policial que militar, capaz de prover as necessidades de seu meio social, é que se desenvolveu o presente trabalhoItem PATRULHAMENTO MOTORIZADO UNO (PMU): Possibilidade de emprego na PMGO(2008) CARLOS JOSÉ DA SILVEIRA; JOSÉ VARLEY VILELA; Alberto Lacerda de Faria; André Luiz Gomes SchröderO presente trabalho busca analisar a possibilidade de se implantar, na Polícia Militar de Goiás, o Patrulhamento Motorizado Uno (PMU), modalidade de policiamento por meio da qual 01 policial apenas compõe uma viatura, exercendo, efetiva e eficazmente, as atribuições constitucionais da polícia militar, que são a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública. Para tanto, abordaremos as origens históricas e a evolução do patrulhamento desenvolvido por um único policial compondo uma viatura, passando-se pelas experiências com esse novo modo de policiar no mundo, no Brasil e no Estado de Goiás, analisando suas deficiências e suas conseqüências, e daí elencando as vantagens e desvantagens para a implantação do PMU na PMGO. A hipótese formulada se sustenta por meio de questionários, levados a efeito em um trabalho de campo, cujos dados foram coletados em Caldas Novas, uma das cidades goianas que desenvolvem essa modalidade de policiamento.Item A POLÍCIA MILITAR NA FISCALIZAÇÃO DA SEGURANÇA PRIVADA MEDIANTE CONVÊNIO COM A POLÍCIA FEDERAL(2008) EDSSON CÂNDIDO RIBEIRO; GERALDO BATISTA DE CAMARGOS; André Luiz Gomes SCHRODER; Júlio César MOTTA FernandesEste trabalho investigou a viabilidade da fiscalização da segurança privada pela policia militar, mediante convênio com a polícia federal, e apresenta proposta de regulamentação e convênio. A dicotomia de atribuições entre as polícias militares e polícia federal, que ocorre em nosso país, em que nenhum dos organismos policiais pode extrapolar a esfera de competência de um ente federado. Não obstante existir mais de um organismo policial para prover a segurança pública do cidadão, apenas a polícia federal é responsável por realizar a fiscalização das empresas privadas, o que torna o poder público ineficiente e ineficaz por excesso de atribuições que a PF tem. Todavia, é a ela que a Lei impõe essa responsabilidade para fiscalizar. Sugerem-se alterações e providências no modelo de controle vigente, a fim de que todas as unidades de polícia militar realizem a fiscalização, em suas respectivas áreas de atuação, em parceria e solidariamente com a Delegacia de Controle de Segurança Privada (Delesp), nos níveis em que for possível a fiscalização da segurança privada no Estado de Goiás.Item A COMPOSIÇÃO DO EFETIVO DA POLÍCIA MILITAR EM UNIDADE DE POLÍCIA OSTENSIVA (UPO) NO ESTADO DE GOIÁS(2008) JEFFERSON NUNES ALECRIM; IVANILTON MOREIRA MENEZES; Adenilson Rodrigues do Nascimento.; André Luiz Gomes SchroderO objetivo deste trabalho monográfico foi propor à implantação de um novo sistema de distribuição do efetivo da Polícia Militar do Estado de Goiás, mostrar a real necessidade de se almejar as características de cada setor, descentralizar os comandos e setorizar as áreas de competências, fazendo com o que cada setor possua um oficial à frente, responsável em melhorar o relacionamento com todos os cidadãos da comunidade pela qual passará a ser responsável.Item PROPOSTA DE CRIAÇÃO NA PMGO DE GRUPO ESPECIALIZADO NO COMBATE A ROUBOS E FURTOS DE VEÍCULOS EM GOIÂNIA – O COBRA (Comando de Operações Biarticuladas em Ruas e Avenidas)(2008) ÁLITON BATISTA LIMEIRA; ANDRÉ WILLIAN DE PAULA SOUSA; Lucimar de Oliveira MESQUITA; Emerson Bernardes da SilvaSupõe Goiânia como uma das cidades mais prósperas do Brasil, em virtude disso, uma Metrópole com elevado índice de veículos automotores por habitante. Como consequência há uma relação a ser descortinada sobre essa quantidade de veículos e o alto número de roubos e furtos de veículo. Aborda a criminalidade em Goiânia nas modalidades do roubo e do furto a veículos. Analisa dados estatísticos sobre os índices dessas modalidades. Busca identificar pontos críticos e vulneráveis na capital goiana no tocante a essas práticas delitivas. Tenta esclarecer o modus operandi (modo de operação) das quadrilhas envolvidas nessas infrações. Coleciona, quando possível o número de automotores que foram recuperados ou achados pela Polícia Militar. Propõe a criação do Comando de Operações Bi-articuladas em Ruas e Avenidas (COBRA), grupo especializado no combate a roubos e furtos de veículos em Goiânia. Estabelece uma estratégia de formação dos homens e mulheres para pertencer ao grupo e uma ação biarticuladas entre os componentes do COBRA, com fundamento em duas modalidades de policiamento ostensivo: o caracterizado (com fardamento à vista dos transeuntes) e o velado (sem fardamento à vista dos transeuntes). Espera que com a implementação dessa atividade estratégica diferenciada esse tipo de modalidade criminosa será reduzida e ou minimizada para trazer paz, sossego e conforto à população goiana. Outra consequência esperada é a diminuição ou fim das quadrilhas que atuam em Goiânia na receptação e na comercialização de peças oriundas de desmanches de veículos roubados ou furtados. O trabalho está dividido em três capítulos: o primeiro mostra os índices de roubos e furtos de veículos em Goiânia; o segundo faz um diagnóstico do modus operandi dos criminosos; o terceiro traz a estrutura do COBRA e suas funções.Item Ensino a Distância - Estágio de Adaptação de Sargentos e Cabos da PMGO(2008) PMGOA busca pelo saber tem sido a grande caminhada do ser humano ao longo de nossa história. Na procura por saber, homens e mulheres, muitas vezes, perderam a vida, mas, em muitas outras vezes, deram novos rumos à eterna caminhada da humanidade. Um homem culto sempre teve destaques nas sociedades desde a pré-história. Quase sempre saber mais significava a própria sobrevivência. Os homens e as mulheres modernos são submetidos a uma avalanche de informações sem igual na história. O volume de dados é tão grande que dificilmente alguém pode absorver tudo como aparece. Vemos informações brotar de todos os cantos, da tv nos noticiários, programas culturais, educativos. Dos rádios, dos impressos, livros e uma infinidade de outros meios. Mas o grande evento moderno que veio disponibilizar informações e conhecimentos ao ser humano, como nunca visto antes foi a internet. Diante de um computador conectado à rede mundial, pode-se ter acesso a quase todas as informações existentes no mundo. Podemos fazer o download de uma receita de bolo até os passos esquemáticos para a construção de bombas nuclearesItem ANÁLISE CRIMINAL ESTRATÉGICA: instrumentos de coleta de dados(2008) VANDERLEI RAMOS; GLADSTONE DOS SANTOS ALBERNAZ; Tayrone Jácome Brito; Cleiton dos Santos PereiraA propositura do presente estudo é a análise de todos os instrumentos de coleta de dados utilizados pela Polícia Militar de Goiás, com o objetivo de identificar as causas que os impedem de subsidiar com eficiência a análise criminal estratégica; sanar a deficiência; propor mudanças se necessárias, e dinamizar o sistema, de sorte que todo o esforço despendido e todo o instrumental tecnológico à serviço da Polícia Militar se traduza verdadeiramente em resultados no final do processo, ou seja, no serviço operacional nas ruas. Após analisadas tais ferramentas, percebeu-se que elas são deficitárias quanto a quantidade e qualidade dos campos necessários. Percebeu-se que tais instrumentos, em função dessas deficiências, não são capazes de captar todos os dados necessários a uma análise criminal estratégica, finalidade precípua deste trabalho. Por assim entender-se é que as páginas seguintes, trazem sugestões, propostas e alternativas viáveis e exeqüíveis que se voluntariam auferir maior proveito das mesmas ferramentas de que hoje se dispõe, acrescidas de outras, propostas e modificadas por este estudo, vislumbrando, possam tais ferramentas servir, efetivamente, de suporte robusto e confiável tanto ao serviço operacional da corporação, quanto às prementes necessidades de dados estatísticos, informações e resultados, de parte do comando geral da Polícia Militar de Goiás.