CURSO DE APERFEIÇOAMENTO DE OFICIAIS - CAO - 1988
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Item A EDUCAÇÃO FÍSICA NA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS(1988) EVERTON PEDRO DA CUNHADevemos cuidar de nosso corpo e educá-lo, porque vivemos por ele e por meio dele nos movemos na vida. O piloto, quando e bom, antes de decolar inspeciona o motor do avião. Preve o necessario para fazer boa viagem. Nos tambem devemos inspecionar nosso corpo e nossa saude e convertermo-nos em pilotos de nossas proprias energias, dirigindo-as a tempo. Ao menos para realizar com alegria esta curta ou longa viagem que ée a vida, a qual seráa tanto mais sadia, feliz e agradavel quanto mais' dermos ac corpo, nao o que ele quer, mas o que The convem. Não devemos desgastar ou maltratar nossa saude e nem temos o di reito a isso. Um corpo cansado e enfermc e mau servidor da sociedade; Um espirito velho e deprimido consome, lastimavelmente, o vigor' fisico. Ser sempre jovem, forte e alegre nao e trabalhc de um dia, exige cuidados durante toda a vida.Item A MARGINALIZAÇÃO DO MENOR E AÇÃO POLICIAL(1988) LAMONIER DE DEUS PASSOSA marginalização do menor tem prequesitos a partir do seu abandono pelos pais ou responsáveis, trazendo sérios problemas ao menor e a sociedade. Destaca-se também o trabalho do menor para ajuda no sustento da casa, dificultando pelo que dispõe a Lei, onde so apartir dos 14 anos pode o menor começar a trabalhar, só ob tendo permissão para tal mediante autorização Judicial, contudo os fatos apontam dificuldades Economicas prementes, forgando o menor a trabalhar elevando com isto o indice de menores não matriculados nas escolas. No meio rural os menores acompanham os pais realizando com êstes o serviço agricola. Nas áreas urbanas, raramente o menor trabalha com os pais, e os empregadores exigem que apresentem certas caracteristicas, como contratos escrito ou verbal estabelecendo as condições de trabalho e renumeração, e a escola fica seriamente prejudicada. Apesar de tudo a maioria dos menores veem a situação e sentem- se recompensados em trabalhar e ajudar os pais nas despesas da ca-' sa. A marginalização Social do menor tem dimensão Nacional, cons-' tando que a população do Brasil, mais da metade, está na faixa de 0 a 19 anos, onde em relação à Força-de-Trabalho, aparece os jovens de 10 a 19 anos, apresentarido um índice de 23,4% de jovens trabalhando. O II Plano Nacional de Desenvolvimento reconhece a si tuação de carência existente no país, vê-se grupos que antes eram marginalizados au melhorar sua situação financeira passam a ser marginalizantes, neste interim aparece o menor marginalizado. As causas cruciantes do problema do menor são as migraItem A PARTICIPAÇÃO DA POLÍCIA MILITAR NA DEFESA CIVIL EM GOIÁS(1988) VILM AR ADOLFO FERREIRApresente trabalho, procura mostrar de forma suscinta o que seja a Defesa Civil e a participação da Policia Militar no Estado de Goiás. A principio foi feito uma sintese histórica abordando o nascimento da Defesa Civil. Continuando no aspecto histõrico procurou-se mostrar a origem da Defesa Civil, o trabalho da Defesa Civil em alguns paises como, Alemanha e Estados Unidos, mostrando a maneira de como são constituidos e dirigidos. Síntese de sua cri ação no Brasil, abordando a Legislação Federal, sua criação no Estado de Goiás, Legislação Estadual, õr - gãos de apoio na área Federal e Estadual, justificati va para a sua criação e sua estrutura funcional. Abordou-se também a Defesa Civil no Municipio e, procedimentos para a sua criação. Foi co locado algumas definições de Defesa Civil, classifica ções e origem de Calamidades e defesa contra essas Calamidades a serem tomadas. Completando o trabalho, procurou-se' mostrar de forma objetiva a participação da Polícia' Militar e Corpo de Bombeiros de Goiás, nos trabalhos' de Defesa Civil, mostrando ser a PM a única organização no Estado capaz e preparada para essa atividade. Espera-se que de alguma forma, as su gestões aqui abordadas na sua conclusão, sirva de alguma maneira para a melhoria do serviço de Defesa Civil no Estado de Goiās.Item A PM E OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO NO COMBATE À VIOLÊNCIA(1988) JOÃO BONIFÁCIO DIASObjetivou o presente estudo, fazer uma análise das atividades da Policia Militar no combate à violência, veiculada a través dos meios de comunicação. Na primeira parte, discorre sobre a Policia Militar, desde a sua criação, até os nossos dias. A seguir, enfoca a violência urbana e os fatores que contribuem para sua expansão. Conclui comentando sobre o tema abordado e dando sugestão.Item A PM em Deiesa da Ecologia: Florestal e de Manênciais(1988) NIZOMAR ARAŰJO MAIAEnfoque a situação econômica e desequlíbrio mundial em varios aspectos, fatores e componentes importantes para a exis tência do equilíbrio ecológico, quais as causas para a quebra do equilíbrio ecológico. Quais as causas, para a quebra do equilibrio do ecossistema, poluição do ambiente, consequências da poluição na agua, no solo e ar. O mercúrio como um dos agentes mais poluidores da agua riscos da transmissão de doenças, pela contaminação de ali mentos. Importância dos parques nacionais, suas finalidades, con servação das florestas. Reportagens especiais sobre o Pantanal Mato-Grossense, e incêndio no Parque Nacional das Emas. Õrgãos de proteção aos recursos naturais I.B.D.F, como órgão central, vinculado ao Minis tério da Agricultura, encarregado de toda política de proteção ao meio ambiente, as polícias militares no desempenho das funções de proteger a fauna, flora e mananciais, legislação pertinente e fi nalmente a destruição da camada natural de ozônio "o efeito estufa".Item A Polhcia Militar e a Violência Urbana(1988) CAP PM JOÃO BATISTA ALVESHd exatamente 05 anos atrás, em 1983, comemora mos, a nivel nacional, o 20º Aniversårio da Campanha da Fraternidade. O tema enfocado era " Fraternidade Sim Violencia Não " e se apresentava como resposta a um pro blema que, até hoje, se emaranha sempre mais no tecido• da sociedade brasileira: a violéncia. A unica e principal razão que nos levou a escrever sobre o tema ” A Policia Militar e a Violencia Urbana", é o fato da sociedade brasileira ainda estar sofrendo perplexa e amedrontada, o fenomeno da "sindrome da violência urbana". Fenomeno que não é exclusivida de brasileira, mas universal. A violência campeia solta sob os seus diversos ângulos e formas. Aqui vamos enfocá-la nas classes e grupos sociais, na familia e entre os individuos, visando alertar as autoridades, para jun tos, tentarmos, não a solução do problema, que é impossivel, mas pelo menos amainá-10, a fim de devolver à co munidade a paz e a tranquilidade.Item A POLÍCIA MILITAR DE GOIÁS E O CÉSIO 137(1988) JOSE DEUSAMAR MOTAGoiânia, Capital do Estado de Goiás, localizada na Região Centro Oeste, com 923.333 habitantes (segundo Censo - 1980 - IBGE), e uma á rea municipal de 929 Km², foi surpreendida no dia 29 de setembro de 1987- 29/09/87, com a descoberta da violação de uma cápsula contendo material radioativo. Por tratar-se do elemento Césio 137, de alta nocividade à saúde, tornou-se um fenomeno até então singular, em todo o Brasil e com reper cussão a nivel internacional. da O pânico e a tensão nervosa, geraram uma sindrome do medo em população goiana. to Diante da gravidade do problema, o Governador do Estado de Goiás mobilizou seus orgãos setoriais, ouu seja, SUDS, Polícia Militar e Defe sa Civil, sob a orientação de um técnico da CNEN, responsável por este setor em Goiania, a fim de que, em estado de emergência, prestassem serviços de socorro ås vítimas do acidente radioativo e demais pessoas atingidas. Num clima de terror e pânico, que gradativamente a população en frentava, com medo da contaminação e irradiação, surgia paralelamente, a discriminação social, os prejuizos materiais, sociais, psicológicos e outros, acrescendo dos problemas das vítimas, atingidas direta e in diretamente pelo acidente radioativo. A partir do momento em que os problemas diversificavam-se, as a tividades iam se multiplicando, ora com levantamento de bens moveis ou imóveis, que eram considerados rejeitos radioativos, e necessariamente exigiam o ressarcimento aos prejuízos causados, ora com perdas e danos sociais como: discriminação na família, no trabalho, nas escolas e ou tros grupos sociais, agravando com o desemprego, saude, alimentação, vestuário e moradia, problemas estes constantes na vida diaria das vi timas. Para solucionar tal situação foram nucleados vários profissio nais da area social e Policia Militar, coordenados pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Defesa Civil, distribuídos geograficamente em vários pontos estratégicos, a fim de socorrer as vítimas do Césio 137. Frente a esta situação de emergência, o atendimento ās vítimas, foi realizado com êxito no Estádio 0límpico, Albergue, Centro de Recu peração Feminina e Organização de Saude do Estado de Goiás OSEGO. Na ocasião em que profissionais, se omitiam pelo medo do perigo que representava o acidente, os que trabalharam na Operação Césio 137, o fizeram voluntariaItem A POLÍCIA MILITAR E O APOIO AO TURISMO(1988) Jaerer Costa ArańjoΟ turismo se tornou um fenômeno de massa pelo aspecto de compensação social da qualidade de vida das sociedades industrializadas e não mais um fenômeno supérfluo ou de luxo. O turismo exerce ainda, incontestável influência na preservação, expansão e valorização do patrimônio cultural e histórico de um povo, sendo esse patrimônio uma vital fonte de atração turística. A partir dessa concepção, a Polícia Militar do Estado de Goiás, diante da missão de proteger o patri - mônio a ecologia, a ordem pública, proporcionam a paz social e tranqüilidade à comunidade e aos seus visitantes. Torna-se, portanto, adotar uma política de ação, voltada a modernização de seus sistemas com apoio do governo em dotar a organização com recursos humanos, com melhor nivel de escolaridade e prepa - ração profissional possivel, buscando novas técnicas e novos conhecimentos especializados, voltadas também ao turismo. A sociedade moderna evolui e torna tão complexa a relação entre os homens, que não se admite mais soluções empíricas para tornar harmoniosa a convivência social. Só a cultura profissional e geral leva o servidor a entender e praticar os principios da legalidade, moralidade e competência, forma e objeto requeri - dos por sua atividade pública.Item A REFORMA AGRÁRIA E A AÇÃO DA POLÍCIA MILITAR(1988) Luis Nelson da SILVSADuas situações ocorrem ao longo do tempo nas ativida diarias da Nação Brasileira. Primeiramente, a efetivação da Reforma Agraria, fazse necessária quer através da nova Constituição Federal, promulga da em 5 de outubro do corrente ano, quer em cumprimento a. lei nº 4.504, de 30 de novembro de 1964 (Estatuto da Terra), ou de ou tras legislações ordinárias pertinentes ao assunto, como formas de manter o equilíbrio socio-econômico e a paz social no campo; evitando, consequentemente, o êxodo rural e a migração desordena da, provocando profundos reflexos nas areas urbanas e ate no orde namento politico-administrativo do país. Em segundo lugar, que sempre atrelada as questões a grárias, aos litigios ou a qualquer relacionamento entre as par tes na luta pela posse ou pela propriedade da terra, estā a Polí cia Militar, força publica regular, calcada na hierarquia e na disciplina, e cujas as atribuições principais são a preservação da ordem publica, da incolumidade do cidadão e do patrimônio, e xercendo medidas preventivas através do policiamento ostensivo: e, quando adota medidas repressivas, estas devem estar legitimadas e delimitadas pelo poder de policia, que a cada passo орõет con dicionamentos e restrições aos direitos individuais em favor da coletividade, incumbindo ao poder publico o seu policiamento adItem A VIOLÊNCIA NAS AÇÕES POLICIAIS MILITARES(1988) JOSE PEREIRA FILHOEsta monografia é um trabalho escolar e, portan to, tem suas limitações no tempo pré-fixado, na concor rência com outros trabalhos, testes, atividades normais do cotidiano e pelo exiguo tempo. Para tanto, ao elabo rá-la, de forma simples, mas com abnegada dedicação, bus cou-se dividí-la em três partes: Introdução, desenvolvimento e conclusão. Na introdução, faz-se referência ao início e ao futuro da humanidade ameaçada pela violência nas rela ções entre os indivíduos. Nela fica explícito o brado de alerta aos educa dores, äs autoridades e ao homem em geral, para que bus quem mostrar aos jovens e aos indivíduos que bondade, jus tiça, amizade, amor e felicidade ainda existem e que a paz deve reinar entre os homens. No desenvolvimento, apõs expor os vários concei tos sobre a violência, sempre convergindo para um mesmo fim: coação, uso de força, constrangimento físico ou mo ral, arbitrariedade, aborda se os primeiros atos de violência na face da terra, a sua evolução e os obstáculos a ela antepostos. Ao discorrer sobre a violência, refere-se aos aspectos de sua configuração e os fatores determinantes. Ao discorrer sobre a violência policial-militar, refere-se aos aspectos de sua configuração, origem, cau sas e a influência dos fatores geográficos, sócio-econômicos, biologicos, psiquicos, sócio-culturais, organizacionais, politicos e legais. Aborda-se,ainda, algumas dentre as muitas atitu des a serem tomadas diante da crescente escalada da vio lência nas ações policiais-militares. Na conclusão, apõs analisar as condições de vi da da humanidade, mediante o desenvolvimento assustador da violência, busca-se alertar aos Comandantes para adotarem uma acurada profissionalização dos policiais-miliItem Assistencia Social(1988) Herculanc Fiuscira dos SantosO brasileiro e o povo mais desprovido de sentido civi co, a sua indole de egoísta, motiva-o a busca de festas, recreios e outras práticas de vicios que degeneram a moral do indivíduo. o Ο e A prática de sociedade, como cooperativas que tem sido baluarte no progresso de muitas nações, como aconteceu com povo judeu que viviam debaixo de uma terrível crise inflacionária, mas uniram-se em grupos a fim de resolver proble mas comuns aos demais e tambem os alemães que chegaram a su portar uma taxa inflacionaria de 2.000% ao mês, no periodo pós-guerra mundial, também fizeram pacto social com o seul chefe politico, banindo o individualismo e conseguiram em pouco tempo suplantar a crise. Assim foi com os japoneses com todos os povos que conseguiram atravessar barreiras economicas e sociais As cooperativas auxiliam na construção de residencias, na aquisição de veiculos, na aquisição de gêneros alimenticios, constroem estradas, pontes e ate recuperam lavouras que se encontravam perdidas, do ponto de vista de seus proprietarios. Pode citar como exemplo popular, os mutirões de surpresa para capinar a roça do "compadre" que não havia como executar aquele serviço.Item Colégio da Polícia Militar Abordagem Sobre o Ensino e Necessidades de Implantação(1988) FRANCISCO DE ASSIS ALENCAR; JOSE ENOS DOS SANTOS PEREIRACom o presente trabalho, não số cumprimos a etapa fi nal requisitada no curriculo de matērias, mas esperamos contribuir com informações gerais sobre o ensino e sobre a importância e viabi lização do Colegio da Policia Militar em nosso Estado Observando-se a bibliografia, podemos notar que nas fontes referenciadas, constam basicamente: instrução de autores es pecializados na area de ensino, fundamentos na legislação pertinente ao assunto, material informativo gentilmente cedido por co-irmas que contam com o Colegio, conceitos retirados da literatura espirita so bre o assunto e ideias pessoais do autor. Na coleta de informações necessārias ao desdobramento' do trabalho, inicialmente consultamos a biblioteca da APM, os arqui vos da Seção Tēcnica de Ensino e recorremos por ultimo, ā Diretoria de Ensino da Policia Militar. Depois de muita busca, encontramos uma proposta (com tres laudas) para Criação do Colégio em Goiania, que se ria destinada ao Exm Sr. Goyernador do Estado,pelo nosso Comandante Geral, porēm não continha nenhuma assinatura, Esta proposta, pora tender apenas a retőrica oficial, não favoreceu de modo algum a nos sa pesquisa, a Partimos então para as bibliotecas pūblicas, existen tes nas Faculdades locais; mais uma vez fomos decepcionados, pois li não tivemos a felicidade de encontrar sequer uma publicação que se referisse a Colegios Militares, Em continuidade aọ nosso intento, expedimos um te lex-circular para as PPMM de todo o Brasil, solicitando ās PM/5 das co-irmas onde existisse o Colēgio em funcionamento que me forneces sem subsídios, Apenas trēs co-irmas responderam ao meu apelo: a PMESP, a PMPE e a PMPA, Portanto, se algum mērito o nosso trabalho possuir, devo em primeiro lugar,a ajuda daqueles companheiros que tão gentilmente nos atenderam,Item Criação do Batalhão Florestal na Polícia Militar de Goiás(1988) JORGE RESENDE DE OLIVEIRA0 presente trabalho, na sua introdução, procurou enfocar o convivio harmônico, em que viveu o homem das cavernas e a natureza. - 이 No desenvolvimento, buscou-se defi nir'uma série de termos técnidos, para facilitar entendimento da linguagem peculiar ao tem. Foi dado' maior destaque a legislação pertinente, e a articula cão do B.P.Flo. 'e A maior preocupação foi fundamentar, justificar a necessidade de descentralização das atividades do B.P.Flo, para atender ainda que precariamente, todas as regiões do Estado de Goiás. Ao final, concluimos e sugerimos a criação do Batalhão de Policiamento Ostensivo Flores tal, para fazer face a defesa dos recursos naturais' e de mananciais de nosso Estado.Item Delinqüência Juvenil e a Polícia Militar(1988) WILLIAM ROMÃODelinquência juvenil e ação policial-militar no atendi mento ao menor infrator. Enfoca-se conceitos de delinquência juve nil em seus vários aspectos. Destaca-se a Declaração dos Direitos do Menor, firmada em janeiro de 1948, no IX Congresso Pan-America no da Criança. Questiona-se a internação do menor marginalizado responsavel pela deformação do seu desenvolvimento psiquico, for mação do carater e personalidade, embora as entidades em sua ação educativa destinem-se à ressocialização, Aborda-se também as cau sas desses desvios sociais, isto é, a desintegração da familiainstituição, vitima do modo de produção capitalista, obrigando o Estado a limitar-se administrar seus efeitos com a criação de no vas entidades de controle social. Em Goiânia esta em vigor um "no vo" sistema de atendimento ao menor, politica esta implantada a través da Fundação de Promoção Social, onde a Polícia Militar apa rece tambem como instrumento de controle social, agindo de manei ra defensiva, com atuação restritiva ao centro comercial. Contras tando com essa atuação puramente empirica, propomos novas formas de ação através da formação de uma nova mentalidade do policial - militar, que deverá ser adquirida com a inserção de novas disci plinas nos currículos de formação, aperfeiçoamento, especializa ção e instrução de tropa pronta.Item EDUCAÇÃO PARA O TRÅNSITO O NOVO DESAFIO SOCIAL(1988) JOSÉ SOLON DE ARAÚJO ROCHA0 presente trabalho monografico é fruto de pesqui sas realizadas em diversas fontes, desde autores, estudiosos do assunto, trabalhos de encontros nacionais de entida des e ate mesmo da vivência diária com os problemas do trânsito. Começando pela história do trânsito, onde se cons tata que o problema do acidente de trândito é tão antigo quanto o proprio automovel, pois ambos datam de 1771. O crescimento dos acidentes de trânsito provocanindices exorbitantes de obices, cujo fator preponderante de suas causas, não é outro, senão o proprio HOMEM ai qualificado como integrante do sistema de trânsito. Os fatores que concorrem para fazer do homem um instrumento causador da mortalidade nos acidentes de transito, tais como: o despreparo (menores ao volante), a má qualificaçao dos motoristas e a embriagues A falta de uma legislação mais rigida e principal mente o descumprimento da ja existente, como forma de impu nidade para os responsaveis pelos delitos de trânsito, já nacionalmente conhecidos como "CRIMES SEM CASTIGO". Os metodos pelos quais poderiamos humanizar o nos so sistema viario, se contassemos com a participação ativa de todos os orgaos encarregados de sua segurança, bem como da participaçao de toda a sociedade brasileira. 이 E finalmente, as maneiras como cada segmento da sociedade brasileira podera contribuir na EDUCAÇÃO PARA TRẬNS ITO, que em si é parte da EDUCAÇÃO PÁRA A VIDA.Item Escala de Serviço(1988) JOSÉ IVAN DE ALMEIDAEscalas de serviço, este é o tema da presente monografia e, o en focamos de uma maneira ampla, destacando-o, tendo em vista sua impor tância no contexto da atividade-fim da Policia Militar. No primeiro capitulo faremos uso da psicologia, da medicina, da econômia e da sociologia, para conceituarmos "Trabalho",comparando-as e apresentando, dentro do possivel, a relação existente entre aqueles e o trabalho policial-militar. No segundo capitulo trataremos do trinômio serviço-folga- instru ção, condicionando-o ao regime de trabalho do policial-militar: Desta camos com premicias o excesso de serviço, ou seja trabalho do polici al-militar, onde enfatizamos as consequências negativas, como poл exemplo: esgotamento fisico, depressão, neurose e a pior de todas, no nosso entender, o desajustamento familiar. A folga e a instrução, neste capitulo, também mereceram atenção fomos minuciosos, pois entendemos constituirem-se em elementos es senciais na formação e na carreira do policial-militar. e No terceiro capitulo destacamos as escalas de servico, com seu conceito, finalidade e apresentamos algumas considerações gerais, on de fazemos uma analise da situação atual da Policia Militar de Goias. Procuramos abranger o maximo, para tanto adentramos na realidade da Corporação, observando as principais dificuldades e distorções no as sunto.Item ESPECIALIZAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO POLICIAL MILITAR PARA EXECUÇÃO DO POLICIAMENTO DE TRÂNSITO(1988) MOZAIR EUSTÁQUIO CAETANOO trânsito, como fenômeno evolutivo, de características complexas, integrado à vida cotidiana das pessoas, constitui-se na atualidade, como séria preocupação de nossas autoridades governamentais, em razão das graves e crescentes consequências para a segurança individual e coletiva da cidadania, bem como os patrimônios público e privado. O trânsito, por seu aspecto crítico no contexto atual do País, ocupa lugar de destacável preocupação em todos os segmentos da sociedade, acentuando-se dia-a-dia, momento a momento, concomitantemente, em todos rincões do vasto território brasileiro, os dramas vividos por nossa gente, motivados pelos tristes e lamentáveis acidentes, acarretando incalculáveis prejuízos à nossa economia e, por conseguinte, à vida nacional. A presente abordagem, de caráter profissional e voltada para as causas dos acidentes de trânsito, compreende, essencialmente, observações e estudos direcionados para a Especialização da Organização Policial Militar para execução do policiamento de trânsito.Item FARDAMENTO E SUA DISTRIBUIÇÃO(1988) JOSIAS ARAUJO ROCHАOs grandes estudioso tem comprova do que, o sucesso das empresas civis, estão condici onados ao zêlo, à dedicação pela atividade meio, ao contrário tem se comportado a Polícia Militar do Es tado de Goiás, que tem procurado mediar as duas ati vidades, meio e fim, deixando sempre prevalecer a última. Com o direito de voto, dos Cabos' e Soldados, a atividade meio tem que ser valorizada, é preciso que haja um minucioso estudo de Estado Mai or e se produza algo que possa levar a efeitos positivos, o conceito e a valorização dos integrantes desta centenária Corporação. A Policia Militar tem que priori zar os meios, proporcionar condições de trabalho ao invés de criá-las, a meta é valorizar o homem.Item FUNDO DE VÍNCULO DE SERVICO PARA O POLICIAL MILITAR(1988) SEBASTIÃO LUZIA DE OLIVEIRAO Fundo de Garantia por Tempo de Serviço é sem dúvida uma das grandes conquistas sociais do trabalhador. É êle o responsável pela paz social, tão necessária ra um bom desenvolvimento de qualquer área de ocupação humana. pa Longe de nos estabelecermos uma panacéia para os males do FGTS em nosso pais, nos ateremos a criação do Fundo de Vínculo de Serviço para o Policial Militar. Estabelecemos aqui, uma pergunta: Poder dar quem está inseguro? segurança Desenvolveremos nossa monografia dentro dos seguintes tópicos: Histórico do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, on de procuramos delineá-lo desde a sua implantação até os dias atuais. O Sistema de Opção, Constituição e Gestão do Fundo de Garantia. Funcionamento do FGTS. Considerações a respeito do FGTS. Constituição do Fundo para o Policial Militar. Gestão do Fundo. Contribuintes do Fundo. Complementamos o desenvolvimento de nosso trabalho enfocando os documentos necessários para a retirada do beneficio e os saques permitidos.Item O APOIO LOGÍSTICO NA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS(1988) GERALDO GOMES GUIMARAESO presente trabalho monográfico baseia-se no Apoio Logístico, executado na Polícia Militar do Estado de Goiá s. sua 0 valor do Apoio Logístico no contexto da Polícia Milit ar A evolução histórica da Diretoria de Apoio Logi st icoe estruturação. A finalidade do Apoio Logíst ico e sua estrutura atual. Para apoiar a organização policial militar, a Dir etoria de Apoio Logistico carece também de apoio, para o sustento nas suas aquisições de bens e serviços. Tal apoio é originá-' rio do Estad o. Como este apoio é destinado à Polícia Militar e sug estões para melhor desempenho de suas atividades. Como se processam as aquisições na Diretoria de Apoio Logistico. A problemática do fardamento utilizado na Corpo ração, devido a insuficiencia de recursos para o atendimento do setor, as agravantes em decorrência do processo inflacionário. Como enfoque principal, em objeto deste estudo, enf atizase em razao da falta de locais adequados para armazenamento ou estoque de armas e munições com comprometimento da seguran ça do pessoal que trabalham no local e imediações dos depositos improvisados. Os principais fatores que influenciam no estoque de explo sivos. vos. Os cuidados nec es sarios no manuseio e guarda de explosi-- Destaque ainda, no setor de recarga de munição, que se processa sem os cuidados essenciais no trabalho com o chumbo