Logo do repositório
  • English
  • Català
  • Čeština
  • Deutsch
  • Español
  • Français
  • Gàidhlig
  • Italiano
  • Latviešu
  • Magyar
  • Nederlands
  • Polski
  • Português
  • Português do Brasil
  • Srpski (lat)
  • Suomi
  • Svenska
  • Türkçe
  • Tiếng Việt
  • Қазақ
  • বাংলা
  • हिंदी
  • Ελληνικά
  • Српски
  • Yкраї́нська
  • Entrar
    Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
Logo do repositório
  • Comunidades e Coleções
  • Tudo no DSpace
  • English
  • Català
  • Čeština
  • Deutsch
  • Español
  • Français
  • Gàidhlig
  • Italiano
  • Latviešu
  • Magyar
  • Nederlands
  • Polski
  • Português
  • Português do Brasil
  • Srpski (lat)
  • Suomi
  • Svenska
  • Türkçe
  • Tiếng Việt
  • Қазақ
  • বাংলা
  • हिंदी
  • Ελληνικά
  • Српски
  • Yкраї́нська
  • Entrar
    Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Autor

Navegando por Autor "Cleiton Campos de Almeida"

Agora exibindo 1 - 6 de 6
Resultados por página
Opções de Ordenação
  • Nenhuma Miniatura disponível
    Item
    A IMPLEMENTAÇÃO DO TORNIQUETE NA ATIVIDADE OSTENSIVA DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS
    (2023-12-11) Odilon Neto Rodrigues Costa; Cleiton Campos de Almeida
    Este trabalho tem como princípio discorrer acerca do uso do torniquete (TQ), equipamento de compressão utilizado para conter hemorragias do corpo humano, e propor sua implementação na Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO), pois é notória a sua importância, sobretudo na atividade policial, em que se lida com situações adversas todos os dias, com riscos próprios ou a terceiros. Ainda, observar outras organizações em que todos os operadores já utilizam o TQ e analisar os casos de sucesso de seu emprego. Soma-se a isso, discorrer brevemente sobre como este instrumento foi, por muito tempo, rechaçado por sujeitos que se dizem estudiosos, com casos falsos e mal compreendidos.
  • Nenhuma Miniatura disponível
    Item
    O DESAFIO DO COMBATE À CRIMINALIDADE PELOS POLICIAIS MILITARES GOIANOS COM ENFOQUE NO 7º BATALHÃO
    (2023-12-11) Carlos Eduardo Castro Lemes; Cleiton Campos de Almeida
    O objetivo do presente artigo é demonstrar estratégias na política de prevenção e repressão da criminalidade no âmbito da Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO). A fim de embasar o estudo, utilizou-se a pesquisa bibliográfica analítica descritiva quantitativa, bem como pesquisa de campo. Sendo assim, o intuito do presente estudo é de proporcionar exames em busca de conhecimentos fundamentais visando chegar a uma conclusão mais equilibrada, que objetive ponderar às expectativas da sociedade goiana, no que se refere à diminuição das infrações de forma mais eficaz e aceitável nos moldes da Segurança Pública do Estado de Goiás, nos últimos três anos. In casu, a discussão dos resultados corresponde aos objetivos propostos, haja vista que restaram demonstradas estratégias na política de prevenção e repressão da criminalidade no âmbito da PMGO, através de levantamento de dados e estudo do ambiente criminológico dos goianos. Dadas as conclusões, em que pese o controle da criminalidade encontrada neste Estado, trata-se de um problema em constante reparo, por se tratar um dos mais severos obstáculos de desenvolvimento social, cabendo ao Poder público estatal, na figura da PM, a sua prevenção e repressão
  • Nenhuma Miniatura disponível
    Item
    POLÍCIA MILITAR E PROERD: uma política pública de prevenção às drogas
    (2023-12-11) Guilherme Henrique Moreira Reis; Cleiton Campos de Almeida
    O trabalho se propôs a mostrar a eficácia do PROERD como política pública no combate às drogas no contexto escolar, sendo utilizado como um estratégia de diminuição da criminalidade. Nesse contexto a proposta desse estudo busca a realização de uma pesquisa qualitativa e documental, visando observar a eficácia do programa a partir das considerações dos próprios militares que trabalham no projeto. Os dados mostram que o PROERD é uma ferramenta importante no combate às drogas, pois a família e a escola em união com a polícia militar se inserem bem na conscientização sobre as drogas. Essa união pode ser o fator diferencial para os resultados positivos apresentados, uma vez que atuam em consonância para o bem da saúde e formação das crianças e adolescentes.
  • Nenhuma Miniatura disponível
    Item
    POLÍCIA OSTENSIVA: DO CHEFE MILITAR AO CHEFE DE POLÍCIA OSTENSIVA
    (2008) ARIEL ANSELMO DE OLIVEIRA; CÉLIO BENTO PIRES; Carlos Antônio Elias.; Cleiton Campos de Almeida
    A Polícia Militar do Estado de Goiás, indubitavelmente, necessita acompanhar as metamorfoses e mudanças dos fenômenos sociais, políticos, jurídicos etc., pois passa pela aldeia global, posto que o mundo e o conhecimento humano têm evoluído numa acelerada progressão geométrica; enquanto a PM tem “evoluído” numa progressão aritmética. Assim sendo, logo será vencida. Por isso, precisamos ir ao encontro do nosso desiderato, porque se assim não for estaremos fadados a sucumbir. Entretanto, para melhorar o desempenho é imprescindível mudar as estratégias, táticas e operações no âmbito interno e externo da Instituição Policial Militar enquanto empresa. Hoje, principalmente após o advento da “Constituição cidadã”, a missão constitucional da PM há de ser a de preservação, de respeito e de promoção dos direitos humanos, posto que imperiosa à preservação da ordem pública - lato sensu. E, in casu, em sentido estrito, a ordem pública engloba os aspectos ou espécies desse gênero: a tranqüilidade, a salubridade e a incolumidade. Para mudar é, pois, necessário romper e derrogar alguns paradigmas, ainda arraigados no seio da Corporação e nas mentes de seus integrantes. É imperioso reconhecer, admitir e praticar a atividade de polícia ostensiva para servir, proteger e proporcionar o bem-estar comum à sociedade, posto que a polícia dimana da sociedade, i.e., ela é composta de cidadãos/PM, que existem para sua preservação. O PM é um cidadão com um plus, porquanto tem o “tributo do sangue” - sacrifício da própria vida para o cumprimento de seu dever. Presentemente, o “combate" ao infrator ou delinquente, in gênero, também cidadãos à margem da lei e da ordem, não mais deve ser dizimado e exterminado, uma vez que o PM não é e não deve ser o “carrasco” da sociedade. O Estado possui, para isso, o ordenamento jurídico para aplicação do “jus puniendi”. O PM não é o “justiceiro”, o “vingador”. Ele é e deve ser o anjo guardião e protetor da sociedade, jamais seu algoz.
  • Nenhuma Miniatura disponível
    Item
    PREVENÇÃO E REPRESSÃO A CRIMES CONTRA A MULHER AO FEMINICÍDIO
    (2023-12-11) João Victor Bandeira Soares; Cleiton Campos de Almeida
    O artigo vem mostrar como acontecem as mãos tratos contra a mulher é uma questão que apresenta diversas vertentes. Estas ações contra a mulher é algo bastante comum e para um melhor entendimento do assunto, é fundamental compreender como se da os papéis de gênero e como instrumento de manutenção do poder a violência contra as mulheres. Tendo como objetivos: Descrever através de pesquisa documental de como o crescimento da criminalidade interfere no modo e na qualidade de vida de uma comunidade, provocando o aumento do medo do crime e da sensação de insegurança as mulheres; Apresentar e discutir estratégias de que minimise e evite os crimes contra a mulher e suas ações preventivas na política de segurança pública brasileira; Coletar dados através de aplicação de questionários levantando as potencialidades e as vulnerabilidades do sistema de segurança pública da cidade de Goiânia; Analisar de forma geral o surgimento e aplicabilidade da Lei nº 13.104/2015. O desenvolvimento da pesquisa a princípio feita através de documentos, depois foi aplicado um questionário junto à polícia visando analisar como é a prevenção, coibição a crimes contra a mulher que possa chegar ao feminícidio. Em seguida foi feito a analise dos dados coletados comparados a pesquisa bibliográfica mostrando como pode se diminuir o crime contra a mulher na cidade de Goiânia-GO.
  • Nenhuma Miniatura disponível
    Item
    REFLEXÕES SOBRE A LEGALIZAÇÃO DA MACONHA NO BRASIL
    (2023-12-11) John Maia Gonçalves dos Santos; Cleiton Campos de Almeida
    Este trabalho teve como objetivo analisar como os policiais militares da Polícia Militar do Estado de Goiás percebem a proposta de legalização da maconha em tramitação no Congresso Nacional e a análise de constitucionalidade no Supremo Tribunal do Federal (STF). Para discutir o tema foi aplicado questionário para 27 policiais militares em 2023. De modo geral, os policiais são contra a legalização da maconha como recreação, mas muitos apoiam quando o fim é medicinal, desde que devidamente controlado. É uma discussão complexa e por isso outras ações paralelas devem ser consideradas no combate ao uso de drogas. Neste sentido, programas de educação antidrogas podem ser um caminho para orientar crianças e jovens sobre os perigos do uso de drogas.

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Enviar uma Sugestão