CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GERENCIAMENTO EM SEGURANÇA PÚBLICA - CEGESP - 2012
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Navegando CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GERENCIAMENTO EM SEGURANÇA PÚBLICA - CEGESP - 2012 por Autor "Carlos Henrique da Silva"
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Item A IMPORTÂNCIA DA COMPATIBILIZAÇÃO DA ATIVIDADE POLICIAL MILITAR COM A PRÁTICA DA EDUCAÇÃO FÍSICA PARA O CONTROLE E REDUÇÃO DA OBESIDADE(2012) ALEXSANDRO SOUZA DOS SANTOS; OSVALDIRON DIVINO DOS SANTOS; Carlos Henrique da Silva; André Luiz Gomes Schroder.O presente estudo objetivou analisar a importância da compatibilização da atividade policial militar com a prática da educação física para o controle e redução da obesidade na Polícia Militar do Estado de Goiás. Trata-se de um assunto pertinente, visto que a realização das atividades policiais inerentes às atribuições constitucionais das Policias Militares exige dos seus servidores bom condicionamento físico e gozo de boa saúde. Para tanto, procurou na doutrina majoritária os principais assuntos referentes à atividade física e também os aspectos a ela relacionados. Buscou também identificar a atividade física na Polícia Militar de Goiás (PMGO), correlacionando com as atividades policiais, bem como, as atribuições do Centro de Saúde Integral do Policial Militar (CSIPM) e as normas que regem a aplicação do Teste de Avaliação Física na PMGO. De igual forma, buscou estudar a obesidade, suas causas, consequências, classificação, prevenção e controle. Foi realizada uma pesquisa de campo no sentido de serem tabuladas informações que permitiram uma melhor compreensão do problema, ficando constatado que do público entrevistado, ou seja, dos 208 policiais militares do 5º Comando Regional da Polícia Militar, com sede em Luziânia, correspondente a 25% do efetivo geral, 15% estão obesos; 45% estão acima do peso; 40% estão com o peso normal e nenhum apresentou estar abaixo do peso, levando em consideração o Índice de Massa Corporal (IMC) da Organização Mundial da Saúde (OMS). O problema é sério pelo que optamos por propor orientações, sugestões para prática de melhorias de condicionamento físico, alertando os policiais sobre os riscos e males causados pela inatividade e também as consequências da obesidade no desempenho das atividades laborais. Ademais, observamos que 82% dos policiais militares praticam alguma atividade física, porém, outros não, bem como, muitos responderam que conhecem os benefícios da atividade física, tendo inclusive recebido instrução nesse sentido, ao passo que outros disseram que nunca receberam qualquer tipo de informação por parte da Polícia Militar no que tange aos males causados pela obesidade. E por fim, foram relacionados na conclusão todos objetivos pretendidos com a análise dos resultados alcançados pela pesquisa.Item ATUAÇÃO DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS FRENTE AO USUÁRIO DE CRACK(2012) GERSON DE OLIVIERA PINHO; CLÁUDIO ANTÔNIO SILVA; Carlos Henrique da Silva; André L. G. SchroderEste trabalho tem por escopo abordar os inúmeros males causados pelo crack e seus desdobramentos para a comunidade, destacando a preocupação gerada nas instituições que labutam na seara da Segurança Pública e as tentativas que estão sendo feitas para tentar minimizar este problema, que antes de ser um problema de segurança é uma questão de saúde pública, que deve, inexoravelmente, envolver para o seu combate sistemático outros órgãos e instituições públicas e privadas. A complexidade do tema pode ser visto através da análise de que é necessário ter uma política séria de combate ao crack, envolvendo os governantes e a sociedade como um todo. Devido ao seu baixo preço e poder viciante muito superior ao de outras substâncias tóxicas, o crack é a substância química mais consumida atualmente. No Estado de Goiás e mais especificamente na cidade de Goiânia, a droga tem se alastrado rapidamente e a inércia das instituições e dos governantes em reconhecer a gravidade do problema e construir soluções a curto, médio e longo prazo tem feito com que cada vez mais, jovens e pessoas de todas as faixas etárias, percam suas vidas e sua dignidade através do consumo desta droga. No presente estudo foi utilizado como metodologia um estudo de revisão da literatura, coadjuvado com levantamentos feitos em órgãos oficiais, sobre o crescimento da epidemia do crack em nosso Estado. O estudo teve um caráter propedêutico e por isso mesmo não esgotou o assunto, servindo de ponto de partida para reforçar o referencial teórico nesta área. Todavia, pode constatar que a Polícia Militar, assim como os demais órgãos envolvidos, carecem de um aprofundamento nesta problemática, haja vista ainda não ter definido, de forma clara, as ações a serem implementadas diante deste fato devastador para a sociedade que é o aumento do consumo de crack.Item SERVIÇO EXTRA REMUNERADO E AS CONSEQUÊNCIAS PARA A OPERACIONALIDADE DO 7º BPM(2012) Carlos Henrique da Silva; André Luiz Gomes ShoröderO serviço extra remunerado (SER) foi criado no Estado de Goiás para suprir a necessidade urgente do aumento de efetivo na esfera da Segurança Pública e também para indenizar seus servidores no cumprimento dessa jornada extra de trabalho. No 7º Batalhão de Polícia Militar existe uma previsão de 375 policiais militares, segundo o Decreto nº 5.665, de 16 de outubro de 2002, com um efetivo existente de 138 policiais militares. Isto representa um claro de 63,20% do efetivo previsto. Perante essa necessidade premente de efetivo, o Governo sancionou no ano de 2005, a Lei nº 15.949/2006, que disciplinou o pagamento do serviço extra remunerado, atribuído ao militar pela prestação de serviços operacionais fora de suas escalas normais de trabalho. Todavia, a referida legislação não estabeleceu o limite de horas extras trabalhadas, gerando uma preocupação com a saúde do policial militar submetido a uma carga excessiva de trabalho. Para avaliação deste quadro o presente estudo desenvolveu uma pesquisa bibliográfica e outra de campo, visando levantar toda a realidade do SER no 7º BPM. Diante das necessidades impostas em nome da Segurança Pública, levantou-se vários aspectos da criação do serviço extra remunerado no 7º BPM, bem como suas consequências positivas e negativas para a operacionalidade.