O USO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA AUTOMAÇÃO DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO RELACIONADOS À MONITORAÇÃO ELETRÔNICA

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Data

2025

Autores

André Massao Zanola
Rafael Barreira Alves

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Resumo

Este artigo analisou a aplicação da Inteligência Artificial (IA) como estratégia para mitigar a sobrecarga operacional na Polícia Penal do Estado de Goiás, no contexto da monitoração eletrônica de apenados. O objetivo foi investigar a viabilidade da automação dos atendimentos na Seção Integrada de Monitoração Eletrônica (SIME), considerando o crescimento da demanda e a limitação do quadro de servidores entre 2022 e 2024. A pesquisa adotou uma metodologia exploratório-descritiva, baseada na análise de dados institucionais da SIME, além de informações cedidas pela coordenação da unidade e revisão bibliográfica sobre IA no setor público. Os resultados indicaram que a maioria das ligações telefônicas em 2024 não foi atendida, evidenciando a incapacidade da unidade em absorver a demanda. Demandas por e-mail e WhatsApp também apresentaram altos volumes sem triagem automatizada. A adoção de chatbots e Unidades de Resposta Audível (URA) pode automatizar atendimentos simples, organizar filas e reduzir o retrabalho, liberando servidores para ações mais estratégicas. Os resultados sugerem a inclusão de IA no próximo contrato de monitoração eletrônica, ampliando a capacidade institucional da SIME. Concluiu-se que a modernização tecnológica, aliada à capacitação dos servidores, é essencial para garantir a eficácia da execução penal extramuros.

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Palavras-chave

Monitoração Eletrônica, Inteligência Artificial, Automação, Polícia Penal.

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