CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS - 48ª TURMA CFO – ASPIRANTES - 2026

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    A ESTRUTURAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES NA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS
    (2025-09-09) Danilo Jorge de Assis; Wanderley Alves Moura
    Este estudo avaliou a viabilidade de criação de associações civis de apoio às unidades da Polícia Militar do Estado de Goiás, identificando requisitos legais, práticas de governança e potencial de captação de recursos. Adotou‑se abordagem qualitativa, com pesquisa bibliográfica, análise documental e entrevistas estruturadas com comandantes, que forneceram dados sobre a suficiência de recursos institucionais, a utilidade de parcerias privadas e públicas, as dificuldades burocráticas e o interesse em um guia prático. Os resultados confirmaram que as etapas de formalização, elaboração de estatuto, registro em cartório, obtenção de Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) e prestação de contas, são factíveis quando se utilizam modelos consolidados e orientações claras. Observou‑se ainda que a existência de uma estrutura associativa fortalece a transparência e amplia oportunidades de convênios, doações diretas e emendas parlamentares. Identificaram‑se limitações relativas ao recorte geográfico e à amostra de entrevistados, sugerindo futuros estudos comparativos e análises longitudinais. Conclui‑se que um manual passo a passo atende às necessidades dos dirigentes e incentiva a adoção de práticas de gestão, contribuindo para o aprimoramento da eficiência administrativa e da captação de recursos complementares. Palavras‑chave: Associação; Polícia Militar; Gestão Associativa; Transparência; Captação de Recursos.
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    GESTÃO FINANCEIRA PARA MITIGAR EFEITOS DA EXTINÇÃO DA AJUDA DE CUSTO (AC4) DO POLICIAL MILITAR QUE PASSA À RESERVA (CFO - 48ª Turma / 2025)
    (2025-09-15) Gracielle Vieira Arruda; Wanderley Alves Moura
    Este estudo investigou a relação entre o endividamento de policiais militares do Estado de Goiás e a adesão à escala extra remunerada (AC4), com foco na influência dessa renda adicional sobre o adiamento da passagem para a reserva remunerada. A pesquisa, de abordagem quantitativa, utilizou questionário estruturado aplicado a policiais em fase intermediária da carreira. Os dados revelaram um alto nível de endividamento entre os respondentes, com destaque para o uso frequente de empréstimos consignados e cartão de crédito. Constatou-se que 78,2% utilizam a AC4 regularmente como complemento de renda, o que evidencia forte dependência dessa escala para equilibrar o orçamento pessoal. Apenas 17,7% possuem reserva financeira, indicando ausência de planejamento e baixa capacidade de investimento. A possível perda da AC4 foi apontada como fator decisivo para a postergação da ida à reserva. Diante desse cenário, o estudo propõe a implementação de programas permanentes de educação financeira na Polícia Militar, voltados à prevenção do endividamento e à promoção da autonomia econômica dos servidores. Conclui-se que a qualificação financeira do policial é essencial tanto para sua qualidade de vida quanto para a eficiência da gestão de pessoal na segurança pública. Palavras-chave:Endividamento; Polícia Militar; Escala Extra Remunerada; Educação Financeira; Reserva Remunerada.
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    O GERENCIAMENTO DAS IMPLICAÇÕES DA DESCRIMINALIZAÇÃO DA MACONHA NA ATIVIDADE DA POLÍCIA MILITAR (CFO - 48ª Turma / 2025)
    (2025-09-15) Héllen Nolêto Pereira Costa; Márcio Antônio de Paula
    O presente artigo analisa os impactos operacionais da decisão do Supremo Tribunal Federal no Recurso Extraordinário 635659/SP, que descriminalizou o porte de maconha para uso pessoal, na atividade policial. O objetivo geral da pesquisa é analisar as implicações da decisão na Polícia Militar do Estado de Goiás e os objetivos específicos são coletar dados sobre a percepção da tropa, investigar os impactos e propor soluções práticas. A pesquisa utilizou metodologia mista, aliando análise qualitativa e quantitativa, com revisão bibliográfica, entrevistas com gestores e aplicação de questionários a policiais da PMGO e de outras unidades federativas. Adota-se também uma abordagem comparativa internacional, com destaque para os modelos regulatórios de países como Uruguai e Portugal. Os resultados revelaram que, embora a decisão ainda não tenha gerado mudanças profundas nas rotinas operacionais, subsistem lacunas procedimentais e insegurança jurídica, agravadas por resistências internas à sua aplicação prática. A ausência de protocolos padronizados e de diretrizes claras amplia a necessidade de atuação conjunta com outros setores do Estado. Nesse sentido, propõe-se a construção de um protocolo interinstitucional que una as esferas da segurança pública, saúde e assistência social. Conclui-se que a uniformização de condutas, o fortalecimento do diálogo entre forças coirmãs e a definição de fluxos operacionais bem estabelecidos são fundamentais para assegurar a efetividade da atuação policial, promovendo segurança jurídica e coerência institucional no tratamento das ocorrências relacionadas ao porte de Cannabis Sativa para uso pessoal. Palavras-chave: Descriminalização; Cannabis Sativa; Protocolo Interinstitucional.
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    LIDERANÇA E SAÚDE MENTAL NA PMGO: gestão humanizada para promoção do bem-estar psicológico da tropa (CFO - 48ª Turma / 2025)
    (2025-09-15) Lara Cristina Ferreira de Miranda; Araceli de Souza Martins
    É notória a crescente sobrecarga emocional e física enfrentada pelos policiais militares de Goiás, especialmente em decorrência do acúmulo de serviços extrarremunerados (AC4). Em razão disso, este artigo tem como objetivo analisar como a liderança humanizada, quando praticada pelos Oficiais da Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO), pode influenciar positivamente o bem-estar psicológico da tropa. Para o alcance desse fim, foi realizada, em um primeiro momento, uma pesquisa bibliográfica fundamentada nas teorias de gestão humanizada e, em seguida, foi feita uma pesquisa de campo com aplicação de questionário a 107 oficiais, com perguntas estruturadas sobre saúde mental e liderança. A metodologia adotada conferiu a este artigo uma abordagem qualitativa, com elementos quantitativos, e um caráter descritivo/exploratório. Ao final do estudo, foi possível constatar que, embora os oficiais reconheçam o impacto do sofrimento psíquico, ainda faltam medidas práticas e capacitação específica aos líderes. Os resultados apontaram para a necessidade de formação continuada em saúde mental, capaz de fortalecer a instituição e promover práticas de comando mais humanizadas. Palavras-chave: Polícia Militar; Liderança; Saúde Mental; Gestão Humanizada; Bem-estar.
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    AS PERCEPÇÕES DOS POLICIAIS MILITARES GOIANOS ACERCA DA EFETIVIDADE DA POLÍCIA COMUNITÁRIA NA PREVENÇÃO DA CRIMINALIDADE (CFO - 48ª Turma / 2025)
    (2025-09-15) Anderson de Oliveira Magalhães; Wanderley Alves Moura
    A polícia comunitária tem sido cada vez mais reconhecida como uma estratégia essencial para aproximar as forças de segurança da população, demandando práticas de gestão pública orientadas à participação, eficiência e valorização profissional. Diante disso, este estudo investigou a percepção dos policiais militares da PMGO quanto à atuação em ações de polícia comunitária, com ênfase em aspectos como capacitação, motivação, reconhecimento institucional e impacto social. Com base em abordagem quantitativa, aplicou-se um questionário estruturado a 107 profissionais de diferentes patentes. Os resultados indicaram que, embora haja reconhecimento quanto à efetividade do policiamento comunitário na prevenção da criminalidade e no fortalecimento dos vínculos com a comunidade, persistem fragilidades relacionadas à participação, motivação, apoio institucional e valorização profissional. Além disso, verificou-se que parte significativa dos policiais não recebeu treinamento específico ou considera a formação insuficiente para atender às demandas da prática. Diante desses achados, propôs-se a aplicação do ciclo PDCA como ferramenta de gestão voltada ao aperfeiçoamento das ações de polícia comunitária, estruturando estratégias de planejamento, execução, verificação e ação contínua. O estudo conclui que a consolidação do policiamento comunitário como eixo estruturante da segurança pública requer mudanças organizacionais, investimentos em capacitação, políticas de valorização profissional e monitoramento constante dos resultados. Palavras-chave: Polícia Comunitária; Motivação Profissional; Gestão Pública.
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    IMPACTOS DO TREINAMENTO FÍSICO MILITAR (TFM) NA MANUTENÇÃO DA SAÚDE DO POLICIAL MILITAR (CFO 48ª Turma / 2025)
    (2025-09-15) Andrielly Carmo Souza Nascimento; Araceli de Souza Martins
    O treinamento físico é uma prática necessária em diversas instituições, incluindo a Polícia Militar, onde a exigência física e psicológica é constante. Este estudo analisou os impactos do Treinamento Físico Militar (TFM) na manutenção da saúde dos policiais militares da ativa da PMGO, considerando os aspectos físicos e mentais envolvidos. A pesquisa, de natureza quantitativa e descritiva, empregou um questionário estruturado administrado a policiais de diferentes patentes e unidades, coletando dados sobre frequência, tipo de atividade, percepções e desafios relacionados ao TFM. Os resultados indicaram que a maioria dos respondentes pratica o TFM de forma regular e reconhece benefícios para o condicionamento físico e a saúde mental. No entanto, foram identificadas fragilidades como a padronização dos treinos, a ocorrência de lesões e a ausência de adaptações individuais. A partir da análise SWOT, propuseram-se quatro eixos de melhoria: personalização dos treinos, acompanhamento técnico, diversificação das atividades e integração do TFM à gestão de pessoas. Conclui-se que, embora o TFM seja valorizado pela tropa, sua qualificação pode potencializar ainda mais seus efeitos sobre a saúde e o desempenho funcional dos policiais militares. Palavras-chave: Treinamento Físico Militar; Saúde Ocupacional; Polícia Militar; Condicionamento; Gestão de Pessoas.
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    A GESTÃO DE CAPACITAÇÃO DOS PROFISSIONAIS ATUANTES NA POLÍCIA JUDICIÁRIA MILITAR NA PMGO (CFO - 48ª Turma / 2025)
    (2025-09-15) Yasmim Cristina Holanda de Souza; Bruno Pereira Megda
    Diante da crescente complexidade das infrações penais militares, a qualificação contínua dos profissionais da Polícia Judiciária Militar é fundamental. Este estudo analisou a capacitação dos policiais militares da Região Metropolitana de Goiânia que atuam na Polícia Judiciária Militar da PMGO, utilizando abordagem qualitativa e quantitativa por meio de questionário aplicado a 45 agentes. Os resultados revelaram baixa oferta de cursos, alta proporção de policiais sem capacitação específica, pouca aplicabilidade dos conteúdos e insatisfação com formatos e horários dos treinamentos. Apesar disso, a maioria valoriza os instrutores e prefere formações presenciais ou híbridas. A análise SWOT apontou oportunidades para valorização institucional, como a criação de curso próprio com conteúdos aplicáveis e critérios claros de progressão. Conclui-se pela urgência da reestruturação da política de capacitação da Polícia Judiciária Militar da PMGO, visando fortalecer sua atuação investigativa, padronizar procedimentos e valorizar seu corpo técnico. Palavras-chave: Capacitação Profissional; Segurança Pública; Aperfeiçoamento; Formação Continuada.
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    MEDALHA DO MÉRITO DE MAGISTÉRIO DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS (PMGO): Criação de gradações e valorização docente na carreira policial (CFO 48ª Turma / 2025)
    (2025-09-09) Pedro Paulo Teles Ribeiro; Murilo Moraes Matos
    O reconhecimento institucional é um fator essencial para a valorização e permanência de profissionais nas Forças Armadas e policiais. Este estudo teve como objetivo analisar a percepção dos instrutores da Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) sobre o modelo de concessão da Medalha do Mérito de Magistério, propondo melhorias de como é feito atualmente. Utilizou-se abordagem qualitativa e quantitativa por meio da aplicação de questionários com perguntas fechadas e abertas. Os resultados indicaram que, embora a medalha represente um avanço, há insatisfação quanto ao modelo único de concessão. A maioria dos respondentes defendeu a criação de gradações (bronze, prata e ouro), com critérios objetivos para progressão e pontuação diferenciada. Foi proposta uma reformulação baseada na ferramenta Planejar, Desenvolver, Checar e Agir - PDCA, permitindo a adoção de um sistema mais justo, motivador e alinhado à gestão por competências. Conclui-se que políticas institucionais de reconhecimento docente devem considerar a trajetória e a dedicação dos profissionais, promovendo valorização efetiva e estímulo à docência policial. Palavras-chave: Reconhecimento Institucional; Docência Policial; Valorização Profissional.