CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ALTOS ESTUDOS EM SEGURANÇA PÚBLICA - CAESP - 2025 - 2
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Navegando CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ALTOS ESTUDOS EM SEGURANÇA PÚBLICA - CAESP - 2025 - 2 por Autor "Alisson Batista de Oliveira"
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Item PANORAMA DA SAÚDE MENTAL DA POLÍCIA PENAL DE GOIÁS: RISCOS OCUPACIONAIS E ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO(2025) Angela Rocha da Costa; Alisson Batista de OliveiraO presente artigo analisa o panorama da saúde mental dos servidores da Polícia Penal de Goiás entre 2020 e 2025, com base em dados institucionais, literatura científica e pesquisa realizada com servidores ativos. O estudo investigou a relação entre a organização do trabalho prisional e o surgimento de sofrimento psíquico, identificando fatores de risco, prevalência de transtornos mentais e percepção dos trabalhadores sobre apoio institucional. As evidências apontam elevada incidência de adoecimento mental, especialmente transtornos ansiosos, depressivos e quadros de estresse crônico, revelando que o ambiente prisional representa um contexto de alta vulnerabilidade emocional. Conclui-se pela necessidade de ações intersetoriais, fortalecimento das políticas de prevenção e promoção da saúde, capacitação de gestores e criação de mecanismos permanentes de monitoramento e cuidado psicossocial.Item PROJEÇÕES DOS IMPACTOS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NO TRABALHO PERICIAL: Análise de Vulnerabilidades e Projeções Estratégicas para o.(2025) Olegário Augusto da Costa Oliveira; Alisson Batista de Oliveira; Murilo Toscano de CarvalhoO trabalho analisa os impactos da Quarta Revolução Industrial na Perícia Oficial brasileira, com foco na integração da Inteligência Artificial (IA) e no risco de “assimetria tecnológica” entre a perícia e outros atores do sistema de justiça. Parte-se da hipótese de que a simples compra de softwares não resolve o problema central: sem mudança de papel, a instituição caminha para a obsolescência. A pesquisa, de abordagem qualitativa, natureza exploratória e método dedutivo, combina revisão bibliográfica e análise documental para discutir como a IA automatiza o núcleo comparativo das ciências forenses e desloca o gargalo da execução para a validação crítica dos algoritmos. Como resposta, propõe-se a figura do Perito 4.0, definido como Auditor Crítico da Prova Material, responsável por fiscalizar não apenas o vestígio, mas também o processo algorítmico que o tratou, por meio da chamada “cadeia de custódia algorítmica”. Por fim, o estudo adapta o Responsible AI Framework à realidade da Polícia Científica de Goiás – PCIGO sugerindo diretrizes de governança para uso responsável de IA e defendendo que o futuro da perícia depende mais de estratégia institucional e formação do perito do que de tecnologia isolada.