A ATIVIDADE OPERACIONAL DESENVOLVIDA PELOS 2º SARGENTOS DA POLÍCIA MILITAR DE GOIÁS: UM FATOR DE RISCO PARA SUSCITAR A DEPENDÊNCIA QUÍMICA?

Resumo

A Polícia Militar, pela própria natureza constitucional, desenvolve o papel de Polícia Ostensiva atuando para preservação da Ordem Pública e defesa dos direitos e garantias individuais e coletivos. Dessa forma, o presente artigo tem como objetivo verificar se a atividade operacional desenvolvida pela polícia militar, por suas características, contribui para o desenvolvimento da dependência química dos policias militares que a executa. Para tanto, buscou delimitar os 2º Sargentos da PMGO como população de estudo, já que estes são policiais experientes com mais uma década dedicada a instituição. O método utilizado para dar arcabouço ao estudo foi a pesquisa bibliográfica descritiva, exploratória com pesquisa de campo por meio de questionário fechado com perguntas fechadas e abertas. Notou-se que nesse quadro, o álcool e outras drogas consistem em uma maneira do profissional buscar um subterfúgio para amenizar sofrimentos oriundos do desgaste da profissão. Entretanto, é importante lembrarmos que os fatores psicológicos oriundos do trabalho policial militar que levam ao uso e abuso de álcool e outras drogas, por si só não são considerados determinantes para desencadeamento da dependência química, pois esta depende da predisposição genética, fatores culturais, sociais e ambientais em que o indivíduo esteja alocado.

Descrição

Palavras-chave

Dependência química. Atidade policial militar.

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