A IMPORTÂNCIA DA PRÁTICA REGULAR DE ATIVIDADE FÍSICA NA PROFISSÃO POLICIAL MILITAR: UMA REVISÃO

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Data

2018-10-16

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outubro

Resumo

O objetivo do estudo foi identificar os motivos que afastam o policial militar da prática regular de atividade física após a formação, para tanto foi realizada uma pesquisa bibliográfica de caráter descritiva e qualitativa. De acordo com os dados realizados pelo IPAQ nas cidades de Feira de Santana - BA caracterizou-se que dos 316 policiais pesquisados 9,5% são inativos, 27,5% dos indivíduos da amostra são insuficiente ativos em relação ao nível de atividade física. Em Campina Grande - PB dos 38 policiais pesquisados, 28,9% estão ativos fisicamente, 50% mostram-se irregularmente ativos e 21,10% são sedentários. Estudo realizado com 6303 policiais militares no estado de Goiás, por meio de levantamento de banco de dados referente às avaliações periódicas do estado de saúde dos PMs realizadas entre 2009 e 2013, os resultados mostram que o IMC acima do peso ideal (IMC ≥ 25 kg/m2), pode interferir nos índices de sedentarismo (30,2%) e na prática de atividade física em até três vezes por semana (58,3%). Em analise as pesquisas percebe-se que a porcentagem de policiais classificados como insuficientemente/irregularmente ativos e sedentários, são valores relevantes que interferem na saúde e no rendimento desses profissionais, e motivos como elevadas cargas de trabalho, cansaço, falta de companhia são elencados como barreiras que os impedem da prática de atividade física, mostra-se então a importância da instituição implantar programas direcionados a prática de atividade física com o intuito de melhorar a qualidade de vida de seus profissionais e do rendimento no ofício.

Descrição

Palavras-chave

Atividade Física Regular, Polícia Militar, Barreiras para a Prática

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