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Navegando por Autor "NEILA DE CASTRO ALVES"

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    ATUAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS NA SEGURANÇA PÚBLICA COMO FORÇA DE INTERVENÇÃO
    (2013-01-01) NEILA DE CASTRO ALVES; RICARDO DE SOUSA PEREIRA
    Este estudo é uma breve análise sob a luz da Constituição Federal e da legislação em vigor sobre o emprego das Forças Armadas na área de Segurança Pública. Alguns princípios e conceitos são destacados para entender as instituições destinadas à defesa do Estado e à paz social, as quais o legislador constituinte confere atribuições e competências específicas para o cumprimento da lei e da ordem em suas respectivas áreas de atuação. Todavia, com o aumento da violência, o uso das Forças Armadas para fins alheios a sua destinação constitucional cresce cada vez mais na tentativa de uma solução rápida ao anseio da sociedade que clama pela paz social. Para utilização desse poderio bélico se faz necessário à consideração de requisitos essenciais para a atuação da tropa e conceder o poder de polícia as Forças Armadas através das formalidades coerentes. Esse poder que o Estado confere as instituições policiais refere-se à utilização de meios e ações destinadas a suplantar os direitos individuais na busca da contenção da violência. O simples fato de uma vez atendido às formalidades legais, contemplar as Forças Nacionais com o poder de policia na atuação da segurança pública, inúmeras transformações e adaptações serão necessárias para que o Estado, por intermédio das Forças Armadas, elabore uma resposta digna à sociedade e proteja de forma eficaz os integrantes dessas instituições que agem no devido cumprimento do dever legal.
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    PROPOSTA DE PLANO DE COMUNICAÇÃO PARA A POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS
    (2013) NEILA DE CASTRO ALVES; RICARDO DE SOUSA PEREIRA
    Fazer segurança pública já não é uma tarefa fácil, estar em todo lugar a todo o tempo é algo impossível, mas exigido, manter-se sob hierarquia e disciplina rigorosas também não é simples, e unificar o discurso de comunicação de mais de 12 (doze) mil homens então, chega a ser utópico, mas é o que a Assessoria de Comunicação da Polícia Militar de Goiás busca dia após dia, enfrentando tempos de calmaria e outros de muita turbulência, sendo que estes últimos provocam desgastes na imagem da Corporação e ao mesmo tempo exigem da instituição tomada de decisões rápidas e enérgicas para acompanhar o desenvolvimento social e da criminalidade, que hoje além de bem equipada em termos de armamento, é “organizada”. Daí a preocupação com a comunicação entre os membros da corporação, desta com a mídia e com a sociedade. A adoção de novas tecnologias, como comunicação via rádio, telefonia celular, acompanhamento de viaturas via satélite, implantação de uma página na internet (para o público interno e externo) e a abertura da instituição para questionamentos foram algumas das maneiras encontradas pela Polícia Militar de Goiás de controlar desvios de condutas de policiais militares; estreitar os laços com a sociedade e fazer parcerias com todos aqueles interessados em prevenir crimes e melhorar a qualidade de vida no que diz respeito à segurança. Mesmo com a escassez de recursos destinados à segurança pública, a Polícia Militar de Goiás desenvolve programas sociais como o PROERD e PAISPM e adotou a filosofia do Policiamento Comunitário como carro chefe da atividade fim exercida pela Corporação. O Procedimento Operacional Padrão (POP) foi outra forma que a PMGO encontrou de inovar, mesmo não sendo a pioneira. A participação da Instituição no Programa da Qualidade e a padronização de atividades operacionais garantiram uma elevação na qualidade dos serviços prestados, além de minimizar e prevenir ocorrências críticas e atitudes precipitadas por parte de alguns de seus membros. Considerando a importância da prevenção e da antecipação de crises, sejam elas de imagem, de comunicação ou envolvendo criminosos, a criação de um Plano de Comunicação para a PMGO se torna uma exigência. Apresentar a importância das atividades realizadas pela Assessoria de Comunicação da Polícia Militar também se torna uma necessidade, pois é através dela que o público interno será capaz de conhecer a organização em que trabalha de forma clara e precisa, podendo assim reconstruir a identidade corporativa, há um tempo perdida em meio a tantas mudanças de nomes; de uniforme; cores, marcas e logomarcas de seus veículos e unidades. Uma área de tanta relevância como a de comunicação, se não houver profissionais capacitados a atender às exigências do mercado, a tendência é que a atividade- meio (administração) prejudique a atividade-fim (policiamento ostensivo e manutenção da ordem pública). Porque de nada adianta manter um corpo funcionando, sem ter uma cabeça para coordenar os movimentos.

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