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Navegando por Autor "MARCO AURELIO ALVES DE ARAUJO"

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    A IMUNIDADE DIPLOMÁTICA E A POLÍCIA MILITAR
    (1994) MARCO AURELIO ALVES DE ARAUJO
    O presente trabalho, resultado de cuidada pesquisa, tem por objetivo analisar as atividades desenvolvidas pelos integrantes da Polícia Militar do Estado de Goiás junto ao setor diplomático. Na elaboração da situação-problema levou-se em conta que este Estado-Membro circunscreve toda a área onde se localiza a capital da República. Haja vista que, por sua condição estratégica, encontra-se nesta área a maior parte das representações estrangeiras. Perseguindo a hipótese da existência de falhas cometidas por integrantes da citada instituição militar, o trabalho tem por finalidade, também, mostrar os reflexos negativos ocasionados nas áreas federal e estadual. Em virtude desses eventuais procedimentos incorretos, advindos de um policiamento despreparado, poderá ficar comprometido o bom relacionamento da Polícia Militar do Estado de Goiás com o Corpo Diplomático.
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    ACADEMIA ESTADUAL DE SEGURANÇA PÚBLICA GERÊNCIA DE ENSINO POLICIAL MILITAR UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS VICE-REITORIA DE PÓS GRADUAÇÃO E PESQUISA COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CONVÊNIO – UCG/SS
    (2004) MARCO AURELIO ALVES DE ARAUJO; JOVAIR FERNANDES DA CUNHA
    O estudo para a realização do artigo científico foi efetuado no Campus Universitário da FESURV, Rio Verde- GO, por meio de bases de dados eletrônicos e on-line, assim como em bibliotecas particulares, também na cidade de Rio Verde (GO), onde foram pesquisadas as questões que envolvem o gerenciamento de crises, além de programas desenvolvidos através das experiências nas cidades de Jataí e Rio Verde, como comandantes de unidades da Polícia Militar do Estado de Goiás. O método de pesquisa adotado foi o hipotético dedutivo, ou seja, através da análise do caso abstrato para o caso concreto, empregando-se o procedimento de dissertação. Nos resultados e discussão, verificou-se que a crise na Segurança Pública se faz com homens bem treinados e preparados, além de um número suficiente de viaturas nas ruas, pois, do contrário, a segurança sempre será insatisfatória. No gerenciamento de crises o planejamento é essencial, objetivando contornar os obstáculos e utilizar a melhor estratégia em caso de concretização da crise. Assim, quando ocorre uma crise, não importa sua magnitude, as funções críticas do Estado se vêem gravemente afetadas. O impacto sobre as pessoas e nos negócios do Estado depende de quão preparado está o Estado para responder à crise ou emergência. A crise é não- seletiva, ou seja, nenhuma comunidade esta imune a ela e a polícia deve prever a ocorrência de uma crise em sua área de atuação, devendo toda a organização policial estar preparada para enfrentar um evento crítico. Dessa maneira, o gerenciamento das crises deverá ser realizado por policiais preparados, que agirão de acordo com procedimentos preestabelecidos e que foram simulados de forma repetida, objetivando a preservação de vidas e a aplicação da lei. É de suma importância a organização policial estar capacitada para o gerenciamento de crises, priorizando a negociação, pois a sociedade tem uma expectativa quanto à resolução do problema e cobra a ação adequada, sempre com a preservação da vida. Assim, todo plano de segurança deve contemplar quatro fatores: a) proteção às vidas humanas; b) proteção à propriedade; c) anulação da ameaça; e d) recuperar e estudar as ameaças e evidências.

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