ALCOOLISMO, VÍCIO OU FUGA DO POLICIAL-MILITAR? FARMACODEPENDÊNCIA NA PMGO
| dc.contributor.author | EVANDRO SILVA ALBUQUERQUE | |
| dc.contributor.author | VALDERIR PEREIRA DOS SANTOS | |
| dc.contributor.author | Elói Bezerra de Castro Neto | |
| dc.contributor.author | Nancy Ribeiro de Araújo. | |
| dc.date.accessioned | 2025-11-04T17:19:27Z | |
| dc.date.available | 2025-11-04T17:19:27Z | |
| dc.date.issued | 2000 | |
| dc.description.abstract | A carência afetiva é um sentimento quase imperceptível que se internaliza no indivíduo modificando seu humor. É uma sensação desagradável de vazio e tristeza que acomete grande parte da humanidade. O homem tem fugido desse mal de variadas maneiras, sendo uma delas através do consumo de álcool. Esta substância consegue penetrar no cérebro rapidamente acelerando o funcionamento do sistema nervoso que, em alta velocidade, "alegrará" o bebedor fazendo-o esquecer, momentaneamente seus problemas. Os problemas se agravam quando o organismo abalado passa a eliminar os alimentos ingeridos e consumir apenas as energias oriundas do álcool. Todavia, a sensação de origem etílica é de "certa felicidade". Passado o efeito eufórico e festivo do álcool, o sistema nervoso estará debilitado pela forma veloz com que foi forçado a trabalhar. A carência afetiva de natureza leve sentida por alguém que não ingeria bebida alcoólica, cede, agora lugar, à depressão grave e desesperadora, podendo transformar-se em um quadro psicológico terminal conhecido por "a síndrome de pânico". Nessas condições a pessoa precisará beber cada vez mais para fugir do seu estado de ansiedade e sentir-se bem mesmo que seja por algum tempo. Esta é a dependência psíquica. Também, em razão do organismo aprender a usar o álcool como alimento e regulador de suas funções, o bebedor entrará em "crise de abstinência" caso Ihe falte a substância. Esta é a dependência física. Na Polícia Militar do Estado de Goiás existe próximo de mil e trezentos alcoolistas que em média possuem 33 anos, são na maioria separados, setenta por cento começam a beber na adolescência, estão endividados e provocam um prejuízo anual acima de três milhões de reais aos cofres públicos devido às faltas ao serviço, tratamentos médicos, e reformas precoces. Juridicamente o alcoolista pode ser responsabilizado pelos seus atos, salvo se não entender o caráter ilegal da ação no momento da sua execução. Quanto à recuperação do alcoolista existem dois programas interessantes que contam com a boa vontade dos seus executores necessitando apenas de complementos. | |
| dc.identifier.uri | https://dspace.pm.go.gov.br/handle/123456789/6010 | |
| dc.language.iso | pt | |
| dc.subject | ALCOOLISMO | |
| dc.subject | VÍCIO OU FUGA DO POLICIAL-MILITAR? FARMACODEPENDÊNCIA NA PMGO | |
| dc.title | ALCOOLISMO, VÍCIO OU FUGA DO POLICIAL-MILITAR? FARMACODEPENDÊNCIA NA PMGO | |
| dc.type | Article |