A INEFICÁCIA DO ESTATUTO DO DESARMAMENTO NO BRASIL

dc.contributor.authorGabriel Faria
dc.contributor.authorRogério José
dc.date.accessioned2025-09-11T18:20:32Z
dc.date.available2025-09-11T18:20:32Z
dc.date.issued2018-01-01
dc.description.abstractOs noticiários tem divulgado freqüentemente o aumento da criminalidade no País, principalmente no que se refere aos crimes com armas de fogo. Esse tipo de violência se perdura por muitos anos e tem sido cada vez mais constante. Com o intuito de reduzir essa criminalidade, o Estado criou o Estatuto do Desarmamento em 2003, que parecia uma maneira rápida e eficiente para lidar com essa situação. O Estatuto traz normas e regulamentos rigorosos para que um cidadão tenha acesso às armas de fogo e munições, sendo que este praticamente desarmou toda a população civil. No entanto, como mostra as estatísticas de criminalidade por armas de fogo, o Estatuto não vem alcançando seus objetos, e como revela Coimbra (2013), a ação de desarmar o cidadão digno não reduziu a incidência de crimes violentos, sendo que este produziu um efeito totalmente oposto ao que se desejava.
dc.identifier.urihttps://dspace.pm.go.gov.br/handle/123456789/4040
dc.language.isopt
dc.subjectA INEFICÁCIA DO ESTATUTO DO DESARMAMENTO NO BRASIL
dc.titleA INEFICÁCIA DO ESTATUTO DO DESARMAMENTO NO BRASIL
dc.typeArticle

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