EU VI UM “CAVEIRA” COM A “LAMBA” NA MÃO

Resumo

Este artigo científico foi realizado a partir de estudos no Curso de Formação de Praças e Pós-graduação em polícia e segurança pública da Polícia Militar do Estado de Goiás, conforme resolução: nº 50 de 13 de julho de 2017 do conselho Estadual de Educação do Estado de Goiás e da convivência pessoal dos policiais militares, em uma instituição sesquicentenária – a Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) – onde são produzidos frequentemente jargões e metáforas, proporcionando, desse modo, um trabalho mais prático, rápido e seguro aos seus integrantes. Serão exemplificados, através de algumas palavras, como os jargões na linguagem miliciana do Estado de Goiás são produzidos e porque quando são empregados, causam estranheza ao público civil, do mesmo modo que aguça a curiosidade. Será demonstrado como o léxico de uma determinada comunidade de falantes de língua natural é construído e sua relevância como pesquisa científica. Será discorrido, ainda, sobre a língua considerada inacessível, incorreta, ininteligível e marginalizada, “o jargão”, contrapondo-o à abstração comparativa que é a metáfora, no contexto específico da linguagem militar. E, a partir do convívio militar, será decifrado alguns jargões e metáforas produzidas no meio miliciano, tais como os do título do trabalho que significam que “foi visto um homem do Batalhão de Operações Especiais (Bope) com uma vara na mão, que corrige fisicamente o militar submetido ao curso operações especiais (Coesp)”.

Descrição

Palavras-chave

Polícia, Jargão, Léxico

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