A INCIDÊNCIA DE DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS EM POLICIAIS MILITARES APÓS A PASSAGEM PARA RESERVA

Resumo

A polícia militar é objeto de estudo inerente das relações sociais, com crescente demanda de apresentação de dados. Neste estudo, analisa-se características associadas ao adoecimento dos policiais militares da reserva, no que diz respeito aos fatores relacionados ao período da ativa, e a influência desse período após passagem para a reserva remunerada da instituição nos mais diversos âmbitos (vida social, estado psicológico, condicionamento físico e etc) tais como condições de trabalho e suas consequências. Através de um levantamento bibliográfico, cujas bases de dados utilizadas para consulta foram SCIELO, MEDLINE, LILACS e GOOGLE ACADÊMICO, foi pesquisado por artigos publicados entre 2009 e 2014. Os autores desses artigos convergem para um consenso de que as más condições de trabalho ofertada a esses profissionais, contribuem para uma maior incidência de agravos na saúde quando comparados a outras categorias profissionais, principalmente no que diz respeito às Doenças Crônicas não Transmissíveis, faltam ações de cunho preventivo e corretivo das demandas e condições de trabalho. Dentre as ações que podem oferecer uma melhor condição de trabalho para o policial militar, e por consequência reduzir os preocupantes índices de graves problemas de saúde para os policiais em estudo, estão: redução da escala de trabalho, a disponibilidade de recursos materiais e humanos satisfatórios. Enfatiza-se a evidente demanda de mudanças na relação das instituições para com os colaboradores e das condições de organização do trabalho e dos serviços de saúde oferecidos a estes colaboradores.

Descrição

Palavras-chave

Doenças Crônicas, Policial Militar, Policiais da Reserva

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