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Navegando por Autor "Ricardo Oliveira Rotondano"

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    CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA NO PROGRAMA BOMBEIRO MIRIM: desafios para um acolhimento humanizado e personalizado
    (2025) Weber Rone Barbosa Cintra; Ricardo Oliveira Rotondano
    O Programa Educacional Bombeiro Mirim (PROEBOM), promovido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO), atende crianças de 9 a 11 anos no contraturno escolar, com foco na formação cidadã, disciplinar e cívica. No decorrer de sua execução, tem sido crescente a presença de crianças com sinais do Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente nos níveis de suporte mais leves, muitas vezes sem diagnóstico formal, devido à dificuldade de acesso a serviços especializados pelas famílias atendidas. Essa realidade tem gerado desafios práticos e pedagógicos para os bombeiros militares responsáveis pelo programa, que frequentemente não possuem formação específica para lidar com demandas neurodivergentes. Este estudo teve como objetivo diagnosticar o nível de conhecimento e preparo dos instrutores do PROEBOM em relação ao TEA e, a partir dos dados coletados por meio de questionário aplicado, propor ações de capacitação e formação continuada. Para tanto, adotou-se a metodologia de pesquisa exploratória, com revisão bibliográfica sobre o tema e aplicação de uma investigação de natureza aplicada e exploratória-descritiva, realizada junto aos bombeiros militares que atuam no PROEBOM. A coleta de dados quantitativos e qualitativos ocorreu por meio de formulário elaborado na plataforma Google Forms®. Os resultados evidenciam a necessidade urgente de investimentos em qualificação, da presença de profissionais especializados e da adoção de práticas inclusivas alinhadas às Diretrizes Nacionais da Educação Especial. Como resposta imediata, o trabalho propõe a realização de treinamentos e capacitações dos militares, seja por meio de ações promovidas pela própria instituição CBMGO, seja por parcerias público-privadas, como, por exemplo, com a Fundação Suassuna, que já se dispôs a oferecer, mediante autorização do Comando do CBMGO, um minicurso virtual voltado à capacitação dos militares do PROEBOM. Iniciativas como essa já representam um avanço para tornar o PROEBOM mais inclusivo, acolhedor e adaptado às necessidades de todas as crianças, respeitando suas singularidades e promovendo um ambiente de aprendizagem mais justo e humanizado.
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    HETEROGENIDADE DA POPULAÇÃO CARCERÁRIA E OS DESAFIOS DO OPERADOR DE SEGURANÇA PÚBLICA
    (2025) Lucas Rodrigues de Brito; Ricardo Oliveira Rotondano
    O encarceramento de pessoas no Brasil é temática que gera discussões acaloradas no âmbito jurídico interno, sobretudo em razão de inadequação, na prática, da garantia dos deveres e direitos a serem assegurados à população carcerária. Dentre uma universalidade de pessoas com restrição de liberdade no país, há perfis que demandam maior atenção do agente de segurança pública que lida com referido público, especialmente Policiais Penais. Dentre tais grupos, destacam-se as pessoas privadas de liberdade que se autodeclaram LGBTQIAPN+, estando confinadas a um ambiente que apresenta, na prática, dificuldades significativas no que tange à formação de um ambiente propício e adequado para efetivar o ideal de ressocialização exigido pela Legislação Penal. Busca o presente artigo encontrar meios para a resolução de conflitos no ambiente carcerário; a correta forma de tratamento e aplicação de direitos à população carcerária autodeclarada LGBTQIAPN+, de modo que o sistema carcerário goiano possa ser referência na custódia de pessoas.
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    PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA SEGURANÇA PÚBLICA: a comunicação sobre medidas protetivas pelo 14º Batalhão Polícia Militar do Estado de Goiás, Núcleo Maria da Penha (2024/2025) (TCC CEGESP 2025)
    (2025-07-17) Alberto Oliveira Condez; Ricardo Oliveira Rotondano
    Este artigo objetiva analisar a comunicação, via ofício, do 14º Batalhão Polícia Militar do Estado de Goiás, Núcleo Maria da Penha (2024/2025), com o Poder Judiciário de Goiás durante o período de março de 2024 a março de 2025, a respeito das Medidas Protetivas de Urgência concedidas com fundamento na Lei n. 11.340 de 2006. A finalidade é observar que as comunicações formais realizadas pelo órgão de Polícia Militar têm repercussão positiva e conforme medida de planejamento estratégico de segurança pública. As discussões envolvem a teoria da segurança pública e os resultados extraídos pelo 14º BPM, sendo a metodologia de pesquisa bibliográfica e documental, com caráter essencialmente qualitativo. Palavras-chave: Comunicação, Lei Maria da Penha, Segurança Pública, Batalhão Maria da Penha.

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