Navegando por Autor "Rhonan Ferreira da Silva"
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Item FOTOGRAFIAS DE SORRISO: UM SUBSÍDIO PARA A IDENTIFICAÇÃO HUMANA(2013-01-01) Edval José de Souza; Rhonan Ferreira da SilvaO objetivo do presente trabalho é revisar a literatura no sentido de evidenciar a importância das fotografias de sorriso na identificação humana, como método confiável para identificar corpos que se encontrem carbonizado, esqueletizado ou putrefeito, de forma rápida, confiável e de baixo custo.Item IMPLANTAÇÃO DE CRECHE NA PMGO: AMPARO LEGAL E IMPORTÂNCIA SOCIAL(2013-01-01) Nívea Maria Andrade de Alcantara; Rhonan Ferreira da SilvaO objetivo deste trabalho é enfatizar a necessidade da implantação de creche no âmbito da Polícia Militar, com enfoque na importância social que o feito teria para o profissional policial militar, fazendo o Estado cumprir o que a legislação brasileira prevê como necessários ao desenvolvimento infantil, atendendo com dignidade, proporcionando o bem estar das crianças, proteção, cuidado e educação.Item PROPOSTA DE PROTOCOLO PARA ANÁLISE HISTOPATOLÓGICA FORENSE DAS VIAS AÉREAS DE CADÁVERES CARBONIZADOS(2024) Rafaella Marques Barbosa; Joara de Paula Campos; Rhonan Ferreira da SilvaDeterminar a causa da morte em necropsias de vítimas de carbonização é desafiador devido às alterações estruturais causadas pelo fogo. Algumas questões importantes precisam ser respondidas, como: Qual foi a causa do óbito? O fogo atingiu a vítima enquanto ainda estava viva ou após a sua morte? Muitas vezes, é necessário solicitar exames complementares para auxiliar o médico legista a chegar a conclusões sobre esses casos. Um dos exames solicitados é a pesquisa histológica de fuligem nas vias aéreas. A presença de fuligem abaixo da laringe é uma evidência clara de que a vítima estava respirando durante o incêndio, o que indica vitalidade. No entanto, durante a fixação do material para o exame histológico, pode ocorrer reação entre o formol e o sangue presente nos tecidos, resultando em um pigmento escuro que se assemelha à fuligem. Essa reação ocorre principalmente em tecidos que já iniciaram o processo de autólise post mortem. O pigmento artefatual pode ser confundido com a fuligem durante o exame histológico. Diante disso, a coleta de amostras de áreas estratégicas do sistema respiratório durante a necropsia e a sua fixação em álcool 70% são uma alternativa econômica, simples e facilmente reproduzível para evitar a formação do pigmento indesejado. Através de revisão bibliográfica e estudo de quatro casos de cadáveres carbonizados analisados no ano de 2023 pela Seção de Patologia Forense do IML de Goiânia, foi possível desenvolver um protocolo para a coleta padronizada de amostras de órgãos de vítimas de carbonização, com a retirada de fragmentos específicos para fixação em álcool 70%, a fim de evitar a formação do pigmento arte fatual e garantir a confiabilidade da perícia oficial.