Navegando por Autor "Lucas Roque de Moura."
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Item A POLÍCIA MILITAR DE GOIÁS E AS AUDIÊNCIAS DE CUSTÓDIA: Os reflexos de dez anos do instituto para a abordagem policial(2025) ISABELLA MAGALHÃES SOARES; Lucas Roque de Moura.A pesquisa verificou os possíveis reflexos das audiências de custódia para a atuação policial militar em Goiás, em especial na abordagem pessoal; para tanto, conceituou e analisou as audiências, elencando as críticas doutrinárias e da tropa ao instituto. Posteriormente, voltou-se a atenção à abordagem policial tendo a fundada suspeita como elemento essencial da ação pelas constantes acusações de discriminação no ato durante as audiências. Assim sendo, foi realizada uma análise conjunta dos dados levantados por pesquisadores acerca da opinião dos policiais militares sobre a efetividade das audiências de custódia, ao final constatando que grande parte os agentes percebe a importância do instituto para a promoção e efetivação da justiça, contudo, também entende que o procedimento é utilizado para inversão da lógica processual e incriminação da Polícia, sendo uma ferramenta do judiciário que contribui para a criminalidade e modifica a forma como os policiais militares desempenham suas funções. Foi utilizada das pesquisas documental e bibliográfica sob o método qualitativo para discutir os institutos da audiência de custódia e da abordagem policial, complementado da pesquisa quantitativa de dados para discutir informações acerca das decisões proferidas em sede de audiências e os dados produzidos por pesquisadores sobre as opiniões e experiências da tropaItem A POLÍCIA MILITAR NA PERSPECTIVA DA COMUNIDADE DE BONFINÓPOLIS-GO: Presença, confiança e policiamento comunitário(2025) LUCAS BATISTA DA SILVA; Lucas Roque de Moura.Este trabalho analisou a percepção dos residentes de Bonfinópolis-GO no que diz respeito a ação da Polícia Militar de Goiás, considerando presença ostensiva, confiança institucional e polícia comunitária O objetivo foi compreender como a comunidade avalia o desempenho da corporação e identificar pontos de melhoria. A pesquisa realizada em campo ocorreu por meio de um questionário online aplicado a 210 moradores, combinando perguntas objetivas e abertas. Os resultados demonstraram que a população local avalia positivamente a postura dos policiais durante os atendimentos, reconhecendo respeito e dedicação. Contudo, apontam falhas na frequência das rondas, no tempo de reação e no reconhecimento do programa de polícia comunitária. Apesar dessas limitações, a maioria declarou confiar na atuação da corporação, além de sentir-se à vontade para dialogar com os policiais. Conclui-se que essa instituição militar é valorizada pela comunidade, mas precisa ampliar sua presença, melhorar a comunicação e investir em ações contínuas de policiamento comunitário.Item ENTRE O MEDO E A REALIDADE: A Vitimização e a Sensação de (In)segurança na Sociedade Contemporânea(2025) DANIELLY MARACAÍPE ROCHA; Lucas Roque de Moura.Este trabalho teve como propósito analisar de que maneira a vitimização e a sensação subjetiva de (in)segurança tendem a influenciar os comportamentos sociais na sociedade contemporânea, principalmente nas dinâmicas urbanas, sendo que os principais eixos analisados foram o impacto da vitimização direta e indireta, o papel da mídia na construção do medo, as estratégias individuais de autoproteção e a relação entre segurança pública e privada, por meio de uma abordagem qualitativa, com base em revisão bibliográfica e documental, utilizando autores consagrados e dados de instituições como o Fórum Brasileiro de Segurança Pública e o IBGE. A revisão teórica evidenciou que o medo do crime afeta a mobilidade, o convívio comunitário e o uso do espaço público, reforçando desigualdades e ampliando a fragmentação urbana. Ademais, verificou-se que a sensação de insegurança nem sempre corresponde aos dados objetivos de criminalidade, sendo fortemente influenciada por fatores simbólicos e sociais. A metodologia baseada na análise de conteúdo permitiu compreender como esses sentimentos moldam práticas sociais e políticas públicas, concluindo-se que repensar o papel do Estado e investir em ações integradas, que considerem tanto a segurança objetiva quanto a percepção subjetiva, é fundamental para a construção de cidades mais seguras e inclusivas.