Navegando por Autor "Luana Vespucci Silva Santos"
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Item EVOLUÇÃO HISTÓRICA, NA VISÃO DOS POLICIAIS MILITARES, APÓS A CRIAÇÃO DO BATALHÃO DE OPERAÇÕES ESPECIAIS NO ESTADO DE GOIÁS(2024-11-06) Luana Vespucci Silva Santos; Gabriella Vicente Martins2As operações especiais no Brasil surgiram na década de 1970 em resposta ao aumento da criminalidade, com a criação do Núcleo da Companhia de Operações Especiais (NuCOE) em 1978, que originou o BOPE, focado no combate à violência urbana, especialmente em favelas. Em Goiás, a formação do BOPE ocorreu após o sequestro de Said Agel em 1989, evoluindo para o Batalhão de Polícia Militar de Choque e, em 2014, para o BOPE. Desde então, a unidade modernizou técnicas e equipamentos, com foco em gerenciamento de crises e desarmamento de explosivos. O BOPE utiliza tecnologias como o robô antibombas Caliber T5 e promove treinamentos interagências. Um evento significativo foi a operação de busca e captura do criminoso Lázaro Barbosa, que durou 20 dias e envolveu 300 policiais, destacando os desafios enfrentados na segurança pública.Item O USO DA TECNOLOGIA NO COMBATE À CRIMINALIDADE RELACIONADA ÀS DROGAS(2025) JONILSON AUGUSTO VALENTE SANTANA JUNIOR; Luana Vespucci Silva SantosO tráfico e o uso de drogas ilícitas configuram um dos principais obstáculos à segurança pública no Brasil, associando-se ao incremento da criminalidade violenta e de delitos correlatos, com a adoção de tecnologias como videomonitoramento, drones e inteligência artificial pela Polícia Militar de Goiás (PMGO) para aprimorar a prevenção e a repressão. O estudo analisa a relação entre o uso e o tráfico de drogas com o aumento da criminalidade, identificando e avaliando estratégias de prevenção e combate adotadas pelo poder público e pela sociedade. Emprega abordagem quanti-qualitativa, com revisão bibliográfica em bases acadêmicas e aplicação de questionários estruturados via Google Forms a 39 policiais militares da PMGO, analisados por estatísticas descritivas no Excel e categorização temática. Os resultados revelam alta concordância com a eficácia do videomonitoramento (87,18%), dos drones (94,87%) e dos sistemas de análise de dados e inteligência artificial (94,87%) no combate ao tráfico, além de percepção de fortalecimento da confiança comunitária (94,87%) e contribuição para a redução da criminalidade (87,18%), embora limitações orçamentárias (87,18%), falta de capacitação (84,61%) e necessidade de investimentos em infraestrutura (94,88%) sejam identificados como barreiras operacionais. A pesquisa demonstra que as tecnologias elevam a eficiência repressiva na PMGO, demandando alocações financeiras e treinamento para mitigar restrições logísticas e otimizar ações em contextos de divisa e urbanos.Item POLÍCIA COMUNITÁRIA: fortalecimento da relação entre comunidade e forças de segurança pela PMGO(2025) JERÔNIMO FRANCISCO DE ASSIS NETO; Luana Vespucci Silva SantosA implementação de práticas de polícia comunitária na Polícia Militar de Goiás (PMGO) visa promover parcerias colaborativas entre forças de segurança e população, com ênfase na prevenção da criminalidade por meio de diálogo e participação cidadã, diferenciando-se de modelos repressivos tradicionais. A pesquisa aborda os mecanismos pelos quais essa filosofia reforça a confiança mútua e identifica barreiras à sua adoção no contexto goiano. O objetivo geral reside em investigar o fortalecimento da relação entre PMGO e comunidades por intermédio da polícia comunitária, com análise de benefícios e desafios. A abordagem qualitativa integra revisão bibliográfica, questionários estruturados aplicados a 25 policiais militares via plataforma digital e análise de conteúdo para identificar padrões. Os achados revelam predominância de profissionais com menos de um ano de serviço e baixa participação em programas comunitários, com práticas irregulares nas unidades, embora a maioria perceba aumento significativo na confiança da população e melhoria nas relações, destacando resistência cultural como principal entrave. A análise demonstra que a polícia comunitária favorece a legitimidade institucional, mas requer superação de barreiras operacionais para consolidar sua efetividade na prevenção de delitos