Navegando por Autor "Ivan Lucio da Silva."
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Item IMPACTO DO TREINAMENTO EM POLICIAMENTO OSTENSIVO ESPECIALIZADO NA FORMAÇÃO DE POLICIAIS PMGO(2025) LUCAS SILVA DOS ANJOS; Ivan Lucio da Silva.O policiamento ostensivo especializado na Polícia Militar de Goiás (PMGO) abrange unidades como batalhões de choque e operações táticas, demandando treinamento específico para cenários de alta complexidade no contexto de formação inicial. O estudo avalia os efeitos desse treinamento na preparação de policiais para operações especializadas. O objetivo geral reside em analisar o impacto do treinamento em policiamento ostensivo especializado na formação de policiais no Centro de Aperfeiçoamento e Progressão de Praças (CAPM). A abordagem qualitativa integra questionários semiestruturados aplicados a 30 participantes, com análise por categorização temática para identificar padrões em percepções sobre conteúdos e métodos. Os achados revelam predominância de alunos com menos de seis meses de treinamento, ênfase em operações táticas como conteúdo principal, avaliação positiva dos métodos pedagógicos por 86,7% e confiança operacional elevada em 76,6%, com limitações como carga horária reduzida e falta de prática intensiva. A análise demonstra que o treinamento eleva competências táticas, mas requer ajustes para alinhar-se às demandas operacionais das unidades especializadas.Item USO DE EQUIPAMENTOS NÃO LETAIS NO POLICIAMENTO OSTENSIVO: uma análise da preparação de alunos em formação na academia(2025) MURILO GESSER ISAAC; Ivan Lucio da Silva.O policiamento ostensivo constitui a atividade principal da Polícia Militar, demandando técnicas e equipamentos que preservem a segurança pública com redução da força letal. Equipamentos não letais, tais como tasers, sprays de pimenta e granadas de efeito moral, representam alternativas para intervenções proporcionais em conflitos, conforme normativas institucionais e princípios de direitos humanos. O estudo analisa o preparo dos alunos em formação na Academia de Polícia Militar de Goiás para o emprego desses instrumentos em ações operacionais. A pesquisa adota abordagem qualitativa, com análise documental de materiais didáticos e normativas, além de questionários aplicados a 53 alunos do Curso de Formação de Praças. Os resultados indicam que 66% dos respondentes possuem menos de seis meses de formação, 70% participaram de operações práticas, com ênfase no spray de pimenta (38%), e avaliações positivas para instruções teóricas (73% boa ou muito boa) e práticas simuladas (71% boa ou muito boa), embora 42% identifiquem falta de prática simulada como principal dificuldade. A análise revela forças na base teórica e fragilidades na aplicação prática, com necessidade de aprimoramento em simulações e normativas para alinhar a capacitação às demandas de proporcionalidade e eficiência no policiamento.