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Navegando por Autor "Cleber Carvalho Rodrigues"

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    A ATUAÇÃO DO POLICIAMENTO OSTENSIVO DA PMGO NA PREVENÇÃO DE CRIMES EM ÁREAS DE ALTA VULNERABILIDADE SOCIAL: Um estudo comparativo em bairros de Anápolis-Go.
    (2025) Rafael de Lima Freitas; Cleber Carvalho Rodrigues
    A criminalidade em áreas de alta vulnerabilidade social em Anápolis-GO está relacionada a fatores como desigualdade socioeconômica, limitações no acesso a serviços essenciais e ausência de iniciativas que promovam inclusão e desenvolvimento. Diante desse contexto, justificou-se a necessidade de analisar o papel do policiamento ostensivo da Polícia Militar de Goiás (PMGO) na prevenção de crimes e na proteção da população. O objetivo foi identificar as estratégias aplicadas pela corporação, avaliar sua eficácia e compreender os fatores que influenciam os diferentes resultados em áreas com perfis socioeconômicos semelhantes. A pesquisa envolveu revisão bibliográfica, análise documental e aplicação de questionários a policiais militares, permitindo acessar percepções diretas dos profissionais que atuam nessas regiões. Os resultados indicaram que, embora a maioria dos agentes reconheça avanços no controle preventivo da violência, persistem dificuldades como a falta de efetivo, a presença de organizações criminosas e a desconfiança comunitária. Conclui-se que o policiamento ostensivo é essencial, mas sua efetividade depende da articulação com políticas sociais, da valorização profissional e da aproximação comunitária, configurando um modelo de segurança pública mais participativa.
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    A AUSÊNCIA DO CONTRADITÓRIO E DA AMPLA DEFESA NO INQUÉRITO POLICIAL MILITAR: implicações para os direitos humanos (CFPPM 1ª Turma/2025)
    (2025-09-01) Ana Karolina Alves da Silva; Cleber Carvalho Rodrigues
    O Inquérito Policial Militar (IPM) é um instrumento de apuração interno utilizado pelas corporações militares estaduais para investigar transgressões disciplinares e delitos praticados por seus membros. No entanto, sua estrutura inquisitorial e a ausência do contraditório e da ampla defesa geram preocupações constitucionais e violam preceitos fundamentais do Estado Democrático de Direito. O presente estudo tem como objetivo analisar as implicações jurídicas e institucionais da condução do IPM sem a devida observância das garantias processuais, com ênfase na proteção dos direitos humanos dos militares investigados. Utilizou-se metodologia qualitativa, exploratória e descritiva, com abordagem teórica e documental, por meio de revisão bibliográfica, análise normativa e estudo das diretrizes constitucionais e internacionais aplicáveis. Os resultados demonstram que a ausência de participação da defesa compromete a imparcialidade da apuração e amplia o risco de práticas abusivas, reforçando a necessidade de revisão legislativa e procedimental. A pesquisa aponta ainda propostas para o aprimoramento do IPM, incluindo a previsão de garantias mínimas desde a fase investigativa, controle externo efetivo e capacitação institucional. Conclui-se que o fortalecimento das garantias no IPM é essencial para a legitimidade das instituições militares e para a promoção da justiça no âmbito da segurança pública. Palavras-chave: Inquérito Policial Militar; Contraditório; Ampla defesa; Direitos humanos; Processo penal militar.
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    A IMPORTÂNCIA DA PRÁTICA DE DEFESA PESSOAL POLICIAL E O USO REGULAR DA FORÇA NA ATIVIDADE POLICIAL MILITAR
    (2024-05-01) Anderson Bastos do Nascimento; Cleber Carvalho Rodrigues
    Este estudo buscou compreender a adequação das técnicas de defesa pessoal ensinadas no curso de formação da Polícia Militar de Goiás (PMGO) na preparação de policiais militares, principalmente dentro do Curso de Formação de Praças (CFP) para lidar com situações de perigo da vida real. Esta pesquisa teve por objetivo geral: examinar os métodos de treinamento empregados pelos agentes de segurança pública da 8ª CIA do Comando de Academia da Polícia Militar (CAPM) em relação às condutas e práticas adequadas ao desempenho de suas funções, com foco específico na Autodefesa Policial e no Uso Regular da Força durante as operações policiais. A pesquisa utilizou um método misto, combinando elementos descritivos e exploratórios, seguindo um quadro hipotético-dedutivo. Na coleta de dados, o questionário buscou avaliar o conhecimento da amostragem sobre o que rege o uso da força e das técnicas de autodefesa, bem como, a sua participação em programas de formação contínua para garantir que estão atualizados com as mais recentes técnicas de autodefesa. As técnicas de defesa pessoal devem ser utilizadas para controlar e subjugar o agressor, pois o uso excessivo da força pode resultar em mais danos e potencialmente levar a ações ilegais ou danos ao policial militar. É primordial que o PM possua amplo conhecimento sobre atuação, à legislação e às recomendações contidas no Manual de Procedimentos Operacionais Padrão (POP). Esse conhecimento garante que suas ações permaneçam dentro dos limites legais, e o uso progressivo da força torna-se imperativo na manutenção da ordem social no estado de Goiás.
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    AÇÕES DA ROTAM CONTRA O TRÁFICO DE DROGAS EM METRÓPOLES GOIANAS
    (2025) Victor Carvalho Moraes; Cleber Carvalho Rodrigues
    A motivação deste trabalho consiste em analisar a atuação da ROTAM (Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas) no combate ao tráfico de drogas em áreas urbanas no que tange as regiões metropolitanas. A pesquisa busca compreender como essa unidade especializada da Polícia Militar contribui para a repressão ao crime organizado, especialmente em territórios marcados por vulnerabilidades sociais. A metodologia adotada é qualitativa, baseada em revisão bibliográfica, análise de dados estatísticos e documentos oficiais. O estudo também considera o contexto histórico da criação da ROTAM e sua evolução operacional ao longo dos anos. Os resultados obtidos apontaram que a ROTAM tem desempenhado papel relevante na redução de ocorrências relacionadas ao tráfico, com apreensões significativas de entorpecentes e armas, além da prisão de indivíduos ligados a organizações criminosas. No entanto, também foram identificados desafios, como a necessidade de maior transparência, capacitação contínua e respeito aos direitos fundamentais durante as abordagens. Conclui-se que, embora eficaz em suas ações táticas, a ROTAM deve integrar suas estratégias a políticas públicas mais amplas, que promovam inclusão social e prevenção, garantindo uma atuação equilibrada entre força e cidadania.
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    ANÁLISE SOBRE A SENSAÇÃO DE SEGURANÇA E MEDO DO CRIME NO SETOR DOS AFONSOS EM APARECIDA DE GOIÂNIA/GO
    (2024-05-01) Aureo Souza Leite Junior; Cleber Carvalho Rodrigues
    A sensação de segurança é um aspecto fundamental para o bem-estar individual e coletivo em qualquer comunidade. Essa sensação é influenciada por diversos fatores, como a presença policial, o ambiente físico, os laços comunitários e as experiências pessoais. O objetivo geral deste estudo é compreender as percepções da comunidade do Setor dos Afonsos em Aparecida de Goiânia/GO em relação à segurança pública, focalizando na sensação de segurança e no medo do crime. Foi adotado um método de pesquisa que combinou abordagens qualitativas e quantitativas. Os resultados apresentados baseiam-se nas opiniões de 84 residentes do Setor dos Afonsos. Através da aplicação de um questionário, foram identificados os principais crimes temidos, com destaque para o roubo, e as principais fontes de insegurança, incluindo a presença de drogas, iluminação precária e falta de coesão social. A presença policial foi percebida como um fator importante para a sensação de segurança, desde que acompanhada por interações positivas com a comunidade. Recomendações incluem políticas urbanísticas, investimentos em infraestrutura e programas de prevenção ao uso de drogas, destacando a importância da colaboração entre autoridades, moradores e outros stakeholders locais para promover um ambiente seguro e acolhedor. Conclui-se que políticas urbanísticas, investimentos em infraestrutura e programas de prevenção ao crime devem ser implementados em conjunto com a participação ativa da comunidade para promover um ambiente mais seguro e coeso.
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    DEFESA PESSOAL E OS LIMITES DA LEGÍTIMA DEFESA
    (2024-05-01) Antônio Victor Nascimento Santos; Cleber Carvalho Rodrigues
    O presente artigo tem como objetivo abordar os limites do uso da força policial em relação à defesa pessoal e os limites da legítima defesa. Assim, sendo os policiais militares responsáveis por manter a ordem e promover o bem-estar da população, eles também são provedores dos direitos humanos, e para isso os princípios defendidos pela DUDH precisam ser seguidos pelos agentes, a fim de evitarem abuso de poder e uso de força excessiva com os indivíduos. Isso tanto na defesa pessoal, quanto no uso de força para legítima defesa. Dessa forma, o trabalho é dividido em partes: a primeira apresenta a relação dos direitos humanos com o poder de polícia, bem como contextualiza a definição de defesa pessoal e legítima defesa, posteriormente é apresentado como os direitos humanos trabalham em conjunto com o agentes militares e suas garantias, assim como é discorrido sobre as formas como o policial militar deve agir em situações do cotidiano e como um treinamento bem executado é importante para que o abuso de poder e uso da força excessiva não seja praticada pelos profissionais da segurança pública. Dessa forma, para a elaboração do trabalho foi realizada uma pesquisa exploratória sobre o tema, além de pesquisas bibliográficas que buscam analisar e interpretar materiais com a finalidade de trazer e estabelecer uma base teórica fundamentada. Para isso, o trabalho estabelece um diálogo com teóricos como Balestreri (2005) e Piovesan (2006). Portanto, espera-se que o referido trabalho contribua de forma significativa na compreensão da relação do trabalho militar com os direitos humanos.
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    DESAFIOS DA POLÍCIA MILITAR NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO DE SEGURANÇA PÚBLICA EM PIRANHAS-GO: Sensação de segurança e efetivo reduzido (CFPPM 1ª Turma / 2025)
    (2025-09-01) Stefaly Kelly Nunes Silva; Cleber Carvalho Rodrigues
    A pesquisa examina os desafios enfrentados pela Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) na prestação de serviços de segurança pública em Piranhas-GO, município com 11.913 habitantes atendido por apenas nove policiais militares, sem Centro de Operações Policiais Militares (Copom) ou serviço 190. Contextualizada na interface entre efetivo reduzido e sensação de segurança, a análise avalia as limitações operacionais e as estratégias de adaptação policial. O objetivo geral foi compreender como a escassez de efetivo impacta a percepção de segurança da população e quais práticas os policiais adotam para otimizar sua atuação. Os objetivos específicos incluíram identificar desafios operacionais, avaliar a percepção dos policiais sobre sua influência na sensação de segurança, analisar os impactos da ausência de Copom e serviço 190, e investigar estratégias locais. A metodologia quali-quantitativa envolveu entrevista semiestruturada com o Tenente Comandante e questionário aplicado aos oito praças, coletados em abril de 2025. Os resultados indicam que 88,9% dos policiais consideram o efetivo insuficiente, comprometendo a segurança da equipe (100%), o tempo de resposta (66,7%) e a qualidade do serviço (77,8%). A presença ostensiva é limitada (66,6% discordam de sua suficiência), mas estratégias como foco em áreas críticas, parcerias com outras forças e divulgação em redes sociais são adotadas. A ausência de Copom e serviço 190 agrava a precariedade, enquanto o suporte institucional é percebido como insuficiente (77,7%). Conclui-se que a escassez de efetivo compromete a sensação de segurança, demandando reestruturação administrativa e logística. Palavras-chave: Segurança Pública; Efetivo Reduzido; Sensação de Segurança; Policiamento Ostensivo; Piranhas-GO.
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    FORMAÇÃO DE LIDERANÇA NO COLÉGIO MILITAR DE GOIÁS: O papel das disciplinas e sua base pedagógica (CFPM 1ª Turma/2025)
    (2025-09-01) Andreza Priscilla Coelho Santos; Cleber Carvalho Rodrigues
    Este trabalho tem como objetivo discutir como as disciplinas do Colégio Militar de Goiás e suas bases pedagógicas influenciam na formação de liderança dos seus alunos e de que maneira esse processo é otimizado. A formação de lideranças é um dos pilares educacionais do Colégio. No entanto, ainda há escassez de estudos que explicitem como as disciplinas curriculares e suas bases pedagógicas contribuem para o desenvolvimento dessas competências entre os alunos. O estudo é importante, pois auxilia a Polícia Militar de Goiás a aprimorar seus programas de capacitação de líderes alinhando-os às modernidades da segurança pública e gestão de pessoas. O que beneficiará a sociedade goiana, pois receberá profissionais mais preparados para atuar com ética e eficiência em situações cotidianas. A pesquisa terá uma abordagem qualitativa, uma vez que o objetivo é compreender as práticas pedagógica a partir das percepções dos instrutores de disciplinas de cada segmento. Palavras-chave: Disciplinas; Bases pedagógicas; Formação de liderança.
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    INGRESSO DO EFETIVO POLICIAL FEMININO NA COMPANHIA DE POLICIAMENTO ESPECIALIZADO (CPE) (CFPPM 1ª Turma / 2025)
    (2025-09-01) Raiane Ferreira de Sousa; Cleber Carvalho Rodrigues
    A pesquisa analisa a inserção de mulheres na Companhia de Policiamento Especializado (CPE) da Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO), unidade tática voltada para operações de alta complexidade. Contextualizada na evolução da presença feminina em instituições historicamente masculinas, a estudo aborda a transformação cultural decorrente dessa inclusão. O objetivo foi narrar as trajetórias das policiais, identificar desafios enfrentados e avaliar mudanças nos valores da unidade. A metodologia qualitativa envolveu entrevistas semiestruturadas com três policiais femininas e análise documental de registros institucionais. Os resultados revelam que a motivação para ingressar na CPE combina vocação pessoal e admiração pela PMGO, enquanto o curso operacional apresentou desafios físicos, psicológicos e barreiras de gênero, como isolamento e preconceito. No cotidiano, a desconfiança inicial cedeu ao reconhecimento interno, mas persistem obstáculos externos, como resistência à autoridade feminina, e estruturais, como falta de infraestrutura. A presença feminina promoveu práticas mais inclusivas, como o projeto "CPE Social", e uma identidade mais humanizada, embora lacunas como apoio psicológico e sororidade sejam notáveis. Conclui-se que as mulheres redefiniram a cultura da CPE, mas a consolidação da igualdade requer políticas institucionais contínuas. Palavras-chave: Policiamento Especializado; Cultura Organizacional; Segurança Pública; Gênero.
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    INTELIGÊNCIA POLICIAL E TECNOLOGIA NA PREVENÇÃO DE CRIMES ORGANIZADOS PELA PMGO
    (2025) Thatiane Braga Martins Eleuterio; Cleber Carvalho Rodrigues
    O avanço tecnológico tem transformado as práticas de segurança pública, especialmente no combate a crimes organizados, caracterizados por complexidade e coordenação estruturada, com a Polícia Militar de Goiás (PMGO) incorporando ferramentas como análise de dados e videomonitoramento para aprimorar a prevenção e repressão, processando informações para identificar padrões e antecipar ações delituosas. O objetivo geral deste estudo é analisar a aplicação de tecnologias de inteligência policial, com ênfase em sistemas de análise de dados, nas estratégias de prevenção de crimes organizados pela PMGO. Os objetivos específicos incluem identificar as principais tecnologias empregadas, avaliar seus impactos na eficácia das ações preventivas e analisar os desafios operacionais e institucionais na implementação. A pesquisa adotou abordagem quali-quantitativa, com análise documental de relatórios e normativas da PMGO, complementada por questionários estruturados aplicados via Google Forms a policiais em operações de inteligência e instrutores, utilizando amostragem intencional e análise de conteúdo para identificar padrões. Os principais resultados indicam predomínio de videomonitoramento e análise de dados nas operações, frequência moderada de uso em ações preventivas, percepção de eficácia moderada na redução de índices criminais, conhecimento parcial sobre tecnologias, contribuição significativa para eficiência operacional, mas desafios centrados em capacitação insuficiente, limitações financeiras e integração inadequada de sistemas. Conclui-se que as tecnologias de inteligência fortalecem a prevenção de crimes organizados na PMGO, embora demandem investimentos em infraestrutura e formação para superar barreiras e otimizar respostas institucionais.
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    LUTAS NA FORMAÇÃO DO POLICIAL MILITAR: ANÁLISE COMPARATIVA SOB OS PRISMAS DA EFICIÊNCIA E SEGURANÇA NA DEFESA PESSOAL.
    (2024-05-01) Ivomario Francisco Bento; Cleber Carvalho Rodrigues
    Este estudo teve como objetivo analisar métodos de lutas na formação policial e suas eficácias e segurança para defesa pessoal, propondo estratégias que incentivem e viabilizem a adoção contínua da prática de lutas ao longo da carreira militar. A metodologia utilizada foi o estudo de campo com questionário aplicado a vinte e cinco alunos do curso de formação militar e vinte e cinco policiais formados para apresentar o ponto de vista acerca das lutas vivenciadas no curso e a importância e a percepção de lutas tradicionais e modernas. Os resultados indicaram uma percepção entre os participantes de que a prática de lutas está diretamente relacionada à melhora de técnicas e habilidades para defesa pessoal. Todavia, foram identificadas lacunas, incluindo a necessidade de medidas como implementação e a integração de programas de treinamento físico e de autodefesa ao longo da carreira do Policial Militar.
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    MÍDIAS SOCIAIS E O DESAFIO DO CONTROLE DA INFORMAÇÃO NO POLICIAMENTO
    (2025) Tiago Pereira Alves Filho; Cleber Carvalho Rodrigues
    Este artigo analisa os desafios do controle e da gestão da informação nas mídias sociais pelas Polícias Militares, com foco na realidade da PMGO. Adota abordagem qualitativa, de caráter exploratório-descritivo, baseada em revisão bibliográfica e documental, com análise de conteúdo. As experiências da PMESP e da PMTO indicam que Facebook, Instagram, X e YouTube ampliam transparência, legitimidade e diálogo comunitário, mas também criam riscos operacionais: desinformação, boatos, exposição indevida de estratégias e “vácuo informacional” quando a instituição tarda a se posicionar. Os achados destacam boas práticas como monitoramento contínuo das redes, fluxos de resposta rápida, equipes capacitadas e linguagem acessível, aliados a diretrizes éticas e legais. Identificam-se lacunas na PMGO quanto à formalização de uma política integrada de comunicação, padronização de procedimentos e infraestrutura específica. Propõe-se um plano sustentado em três eixos — monitoramento, resposta e avaliação, para equilibrar transparência e segurança institucional, fortalecer a confiança pública e prevenir crises reputacionais. Conclui-se que o controle da informação é função estratégica da segurança pública e requer institucionalização, capacitação e uso criterioso de tecnologias comunicacionais.
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    NÍVEL DE SEGURANÇA DO POLICIAL MILITAR FRENTE A UM ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR (CFPPM 1ª Turma / 2025)
    (2025-09-01) Gisele Noleto Moura; Cleber Carvalho Rodrigues
    O atendimento pré-hospitalar (APH) constitui uma atribuição de grande importância para os policiais militares, onde esses profissionais frequentemente atuam como primeiros respondedores em situações de emergência, como acidentes de trânsito, confrontos armados e incidentes críticos em áreas urbanas ou rurais. Este artigo tem como objetivo geral verificar se o Policial Militar de Goiás possui segurança para aplicar técnicas de APH em cenários operacionais de risco, considerando os desafios impostos por condições adversas e a necessidade de proteger tanto a própria integridade quanto a das vítimas. A metodologia adotada foi quali-quantitativa, combinando análise bibliográfica e documental com pesquisa de campo realizada por meio de questionários estruturados aplicados a policiais militares via Google Forms. Os resultados indicaram que a maioria dos participantes recebeu treinamento em APH, com destaque para técnicas como controle de hemorragias e avaliação inicial da vítima, porém a aplicação prática em operações reais se mostrou limitada. Além disso, muitos policiais relataram sentir-se em risco durante o APH, apontando cenários instáveis, falta de equipamentos de proteção e ausência de apoio médico imediato como principais fatores. Apenas uma minoria considerou a formação oferecida totalmente suficiente, enquanto a maioria destacou a necessidade de mais horas de prática e equipamentos adequados. Conclui-se que a capacitação atual da PMGO não assegura condições seguras para a execução do APH, recomendando a implementação de treinamentos táticos simulados, a adoção de protocolos de APH Tático e parcerias com o SAMU para fortalecer a preparação dos profissionais e melhorar a qualidade do atendimento prestado à população goiana. Palavras-chave: Atendimento Pré-Hospitalar; Polícia Militar; Segurança Operacional; Capacitação Policial; Goiás.
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    O Corpo Musical em proximidade com o Colégio Militar: interações entre o CEPMG Mansões Paraíso e a Banda de Música (CFPPM 1ª Turma / 2025)
    (2025-09-01) Matheus Pereira de Melo Santos; Cleber Carvalho Rodrigues
    Este artigo científico explora a interação entre o Corpo Musical da Polícia Militar de Goiás (CMUS) e o Colégio Estadual Militar Mansões Paraíso (CEPMG). A pesquisa destaca a excelência musical do Grupo, que é composto por músicos profissionais que desempenham papel fundamental em cerimônias oficiais militares e eventos cívicos. O estudo propõe a continuação do legado do CMUS através de um projeto de parceria e intercâmbio disciplinar com o CEPMG, visando incentivar o interesse dos adolescentes pela Polícia Militar e pela Banda de Música. A pesquisa utiliza uma abordagem quantitativa e qualitativa para analisar as opiniões dos estudantes do Colégio após o contato com os Policiais Militares. A conclusão evidencia a importância da educação musical na formação dos cidadãos e a necessidade de promover a interação entre a comunidade discente e profissional, visando garantir a sustentabilidade e relevância da Banda a longo prazo pelo interesse dos jovens na carreira musical e militar. Palavras-chave: Banda de Música; Corpo Musical; Colégio Militar.
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    O USO DAS MÍDIAS SOCIAIS PELOS POLICIAIS MILITARES: Impactos na Comunicação, Segurança e Relação com a Sociedade (CFPPM 1ª Turma / 2025)
    (2025-09-01) Michelly Eduarda da Barra Lobo; Cleber Carvalho Rodrigues
    O presente artigo tem como objetivo analisar os impactos do uso das mídias sociais pelos policiais militares da Polícia Militar do Estado de Goiás, destacando suas implicações na comunicação institucional, na segurança da informação e na relação com a sociedade. A pesquisa, de caráter qualitativo, foi conduzida por meio de revisão bibliográfica e documental, com base em autores da área da comunicação, administração pública e segurança. Observou-se que, embora as redes sociais possibilitem a aproximação com a população e a valorização da imagem da corporação, seu uso indiscriminado pode gerar riscos éticos, operacionais e disciplinares. A ausência de normativas claras contribui para comportamentos divergentes e insegurança jurídica. Conclui-se pela necessidade de implementação de uma política de comunicação digital voltada à capacitação dos profissionais, à normatização do uso das plataformas e à preservação da imagem institucional da Polícia Militar. Palavras-chave: Polícia Militar; Mídias Sociais; Comunicação Pública; Imagem Institucional; Segurança Pública.
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    POLICIAMENTO DE PROXIMIDADE: Como construir confiança entre a Polícia Militar e a comunidade (CFPPM 1ª Turma / 2025)
    (2025-09-01) Yasmin Bueno de Morais Ribeiro; Cleber Carvalho Rodrigues
    A pesquisa examina a estruturação do policiamento de proximidade na Comando da Academia de Polícia Militar (CAPM) para promover confiança entre a Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) e a comunidade goianiense, visando à prevenção da criminalidade. Contextualizada na necessidade de superar a desconfiança histórica e fortalecer a colaboração comunitária, a análise identifica estratégias e desafios institucionais. O objetivo geral foi avaliar como essa abordagem pode ser implementada na formação policial, com objetivos específicos de mapear estratégias eficazes, avaliar percepções dos policiais em formação e analisar barreiras institucionais e culturais. A metodologia qualitativa integrou revisão bibliográfica, análise documental do Procedimento Operacional Padrão (2023) da PMGO e questionário aplicado a 22 policiais em formação no CAPM em 2025. Os resultados indicam que 54,5% possuem conhecimento superficial sobre policiamento de proximidade, 54,5% consideram o treinamento limitado, e 72,7% acreditam que a abordagem pode aumentar significativamente a confiança comunitária. Estratégias como visitas regulares (72,7%) e reuniões com moradores (63,6%) são priorizadas, mas desafios como falta de tempo (63,6%) e treinamento insuficiente (54,5%) persistem. Obstáculos culturais incluem desconfiança (27,3%) e imagem repressiva da PMGO (22,7%). Conclui-se que o policiamento de proximidade é viável, mas requer ajustes na formação e superação de barreiras culturais para consolidar a confiança e reduzir o medo do crime. Palavras-chave: Policiamento de Proximidade; Confiança Comunitária; Segurança Pública; Formação Policial; PMGO.
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    USO DA FORÇA E DEFESA PESSOAL NO TREINAMENTO POLICIAL MILITAR
    (2024-05-01) João Guilherme Silva Xavier; Cleber Carvalho Rodrigues
    Este artigo trata do uso da força e da defesa pessoal no treinamento policial militar e sua importância para a prática policial. O objetivo foi compreender de que forma o conhecimento sobre o uso da força pelo policial militar pode auxiliar em suas funções, visto que o conhecimento adequado sobre as estratégias equilibra a eficiência operacional, preservando direitos e valores éticos. Além disso, o estudo foi dirigido no sentido de aferir se os policiais compreendem a importância de possuírem um preparo físico adequado e conhecimentos de técnicas de defesa pessoal, que podem lhes auxiliar em várias situações. Para isso, além do conhecimento inserido através de pesquisas bibliográficas (livros, revistas, artigos científicos etc.), foi realizada uma pesquisa entre os policiais militares para obter informações acerca de suas preparações físicas e conhecimentos técnicos de defesa pessoal, bem como suas percepções sobre a importância desse preparo. Concluiu-se que o treinamento contínuo do uso da força é essencial para a atuação policial e sua falta pode acarretar em consequências indesejáveis, principalmente no que tange à segurança pessoal do policial e a consecução de suas tarefas básicas.

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