BRITO, Welton FernandesFERREIRA, Fabiano de Borba2018-10-172018-10-172018-10-17https://dspace.pm.go.gov.br/handle/123456789/1260O presente artigo terá por objetivo estudar a pratica e a existência do Novo Cangaço, ou seja, os assaltos a Instituições Financeiras, no âmbito do Estado do Goiás, demonstrando como são planejadas as ações, bem como, quais as possíveis táticas a serem adotadas pela segurança publica para surpreender e cessar os planos dos novos cangaceiros em assaltar Instituições Financeiras. De acordo com os dados dispostos no portal da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Goiás, houve-se uma diminuição significativa de 59% (cinquenta e nove por cento) no roubo a Instituições Financeiras do ano de 2016 e 2017. No que concernem os famosos crimes de “saidinha de banco”, houve-se uma redução de apenas 27% (vinte e sete por cento). Grande parte dessa redução é pelas novas táticas usadas pela policia para reduzir o novo cangaço no Estado do Goiás. O problema, que este trabalho pretende analisar, incide na existência de fatores que propiciam a ocorrência dos eventos de Novo Cangaço. Se buscou entender por meio de entrevistas com profissionais da segurança pública, especialmente policiais civis que trabalham em investigações de eventos desta modalidade a dinâmica destas ações criminosas e suas particularidades. As informações obtidas pelo banco de dados e entrevistas demonstraram que o Novo Cangaço é uma manifestação do crime organizado que avalia circunstâncias favoráveis para o cometimento do assalto, como algumas cidades que se tornaram vítimas recorrentes. Em suma conclui-se que certos grupos criminosos do Novo Cangaço atuam em determinadas regiões, preferindo cidades onde encontram fatores geográficos, econômicos, estruturais e sociais favoráveis ao ataque delitivo.Novo CangaçoAssalto a Instituições FinanceirasSaidinhas de bancoCrime OrganizadoASSALTO A INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS, O NOVO CANGAÇOArticle