HUMBERTO JORGE FORTESJoara de Paula Campos2025-11-062025-11-062024https://dspace.pm.go.gov.br/handle/123456789/6184A autopsia minimamente invasiva (AMI) é uma técnica de necropsia criada e descrita no início do século passado e que ganhou impulso durante a pandemia de Covid19 quando as autopsias clássicas ficaram impedidas de serem realizadas. Desta maneira, vários métodos foram criados e desenvolvidos por múltiplos centros de pesquisa e hospitais ao redor do mundo, com excelentes resultados, especialmente em necrópsias tecnicamente difíceis como as de recém-nascidos e natimortos. Apesar de método consagrado para mortes de causas naturais, a AMI é uma técnica pouco explorada e utilizada pela medicina legal, com pouca literatura disponível. No contexto apresentado, o autor faz neste artigo um breve resumo sobre o histórico da AMI, suas técnicas e utilizações, suas vantagens, desvantagens e possibilidades de aplicação, e por fim propomos um projeto de implantação de AMI nos núcleos de medicina legal do estado de Goiás, bem como a capacitação dos servidores médicos-legistas e auxiliares de autópsia. O projeto contempla o custo aproximado, materiais necessários e exibe um modelo de estrutura de capacitação e treinamento. O trabalho explica a viabilidade da nova tecnologia, bem como demonstra que há um imenso ganho científico e técnico em termos de execução do exame necropsial e aumento da qualidade dos relatórios e laudos comparada com a autópsia clássica, além da riqueza dos dados obtidos com o uso dos métodos complementares aliados à histopatologia.ptTécnicas de autópsiaautópsia minimamente invasivamedicina legal.Autópsia minimamente invasiva (AMI) no contexto médico-legal. Uma proposta para a apresentação da técnica, implantação, capacitação e treinamento para os institutos médico-legais da SPTC-GO.Article