DA SILVA, Fabrício RodriguesVIEIRA, Andréa dos Santos2019-02-112019-02-112018https://dspace.pm.go.gov.br/handle/123456789/1628A água é um dos recursos naturais mais utilizados pelo homem, porém, sem nenhuma moderação. Mas, quando se aborda esse tema, não se intenciona culpabilizar unicamente o desperdício doméstico, como a rega das plantas e a lavagem de calçadas. Trata-se de algo de maior abrangência, como o saldo negativo deixado, no passado, pelo garimpo e, hoje, pela indústria do agronegócio. Com o garimpo, apesar de ter diminuído para quase zero, uma quantidade significativa de pessoas se instalavam em uma região, desmatavam e poluíam os rios com produtos altamente tóxicos, só visando o crescimento de seu patrimônio e riqueza pessoais. Hoje, os mananciais que fazem o abastecimento de várias localidades ficam destruídos pelo acúmulo de dejetos e do uso desenfreado de químicas, para o controle de pragas nas plantações. Química essa, que escorre para os rios, com as chuvas, contaminando todo o lençol freático, com isso, os rios estão cada dia com níveis mais baixos. Além disso, tem-se a erosão de áreas que deveriam estar com uma cobertura vegetal abundante, por conta das nascentes dos rios, mas, que estão secas, afetando os animais que também utilizam a água. Para que isso mude, não basta promover campanhas contra o desperdício apenas em casa, mas, principalmente, uma maior fiscalização e punição das grandes indústrias poluidoras. Essas ações vão possibilitar a revitalização de áreas destruídas e a preservação das demais, ainda não afetadas. Não é só esperar a atitude de nossos governantes para começar a agir, é cada um fazendo sua parte no processo.otherÁguaPoluiçãoDesmatamentoPreservaçãoRiosCRISE HÍDRICA NA CIDADE DE GOIÁSArticle