Erik Pablo Arão GomesSophia Wieczorek LoboRodrigo Londe Moura2025-11-062025-11-062025https://dspace.pm.go.gov.br/handle/123456789/6155Este estudo analisou a gestão operacional do Banco Nacional de Perfis Balísticos (BNPB) entre 2022 e 2024, com foco na inserção de elementos de munição periciados pelo Laboratório de Balística Forense da Polícia Técnico-Científica de Goiás. Buscou-se avaliar a eficácia da decisão administrativa de ampliar os calibres nominais de armas de fogo elegíveis para a coleta de padrões balísticos. Utilizando pesquisa aplicada, com abordagem do problema mista, objetivos descritivos, método hipotético-dedutivo, procedimentos técnicos de pesquisa bibliográfica, documental e levantamento de dados extraídos do sistema IBIS. A ampliação abrangeu armas de fogo curtas dos calibres nominais .380 Auto, .38 Special, .357 Magnum e 9mm Luger, independentemente do tipo penal ao qual as mesmas estavam relacionadas quando da apreensão. Os resultados demonstraram que, dos 46 Ids Hits obtidos no período, 44,8% decorreram de inserções que não seriam reportadas segundo os critérios preconizados no Manual de Procedimentos do SINAB. Isso evidenciou que a gestão adaptada à casuística local contribuiu para a elevação da efetividade do sistema e fortaleceu a investigação criminal em Goiás. Concluiu-se que a política de ampliação foi acertada e pode servir como referência para outras unidades federativas, além de sugerir que um painel de acompanhamento das inserções seria uma ferramenta de gestão operacional válida, recomendando-se a continuidade da avaliação científica e a adoção de critérios mais dinâmicos e regionais para a gestão do BNPBptBalística ForenseGestão do SINABPerícia Oficial de Natureza CriminalCrimes ViolentosMAPEAR PARA REPRIMIR: Diagnóstico do perfil de elementos de munição analisados pelo Laboratório de Balística Forense como ferramenta de gestão operacional do Banco Nacional de Perfis BalísticosArticle