Enio Gonçalves CruvinelAna Paula de Toledo Vieira2026-09-152026-09-152026https://dspace.pm.go.gov.br/handle/123456789/6612Este estudo analisou a viabilidade da implementação do Adicional de Compensação Orgânica (ACO) aos policiais militares do Grupamento de Intervenção Rápida Ostensiva (GIRO) da Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO). A pesquisa caracterizou-se como bibliográfica, documental e de campo, com abordagem quantitativa, utilizando questionário eletrônico aplicado ao efetivo da unidade. A revisão da literatura abordou o moto patrulhamento tático, os riscos ocupacionais, a saúde do policial militar, os fundamentos jurídicos do ACO e aspectos da gestão estratégica de pessoas. Os resultados evidenciaram elevada exposição dos operadores a ruído, vibração mecânica, calor, sobrecarga ergonômica e estresse psicofisiológico, além de expressivos índices de dores relacionadas à atividade, atendimentos médicos e restrições funcionais. Também foi constatada ampla concordância dos participantes quanto à necessidade de reconhecimento institucional da atividade. Conclui-se que o moto patrulhamento tático reúne características compatíveis com atividades de desgaste orgânico permanente, demonstrando a viabilidade técnica, jurídica e ocupacional da discussão sobre a implementação do ACO no âmbito da PMGO.ptAdicional de Compensação Orgânica. Motopatrulhamento tático. Polícia Militar de Goiás.VIABILIDADE DA APLICAÇÃO DO ADICIONAL DE COMPENSAÇÃO ORGÂNICA (ACO) NO GRUPAMENTO DE INTERVENÇÃO RÁPIDA OSTENSIVA (GIRO) DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS (PMGO)Article