FERREIRA, Jaqueline Carvalho RSILVA, Sullyvan Garcia da2019-12-172019-12-172018https://dspace.pm.go.gov.br/handle/123456789/2274Este estudo busca evidenciar a realidade vivenciada por policiais femininas, demonstrando a existência de preconceitos, as resistências e dificuldades, as conquistas, realizações e sentimentos enfrentados por mulheres que decidiram desbravar uma instituição majoritariamente masculina. Apresenta dados do efetivo de policiais femininas na ativa da Polícia Militar de Goiás, com foco principal no 1º CRPM e Comando de Missões Especiais. Sendo realizada pesquisa junto ao SICAD para obtenção desse quantitativo, seguido pela aplicação de questionários a 50 policiais, para demonstração das diversas experiências vivenciadas por elas. Os resultados obtidos demonstram que as principais barreiras enfrentadas pelas policiais femininas dentro da instituição são a hostilidade dos colegas de trabalho do sexo masculino no desenvolvimento das atividades operacionais, os preconceitos e assédios sofridos dentro da corporação e a necessidade de desprenderem um esforço maior para provarem o valor de seu trabalho. Constatou-se que mesmo enfrentando preconceitos e dificuldades as policiais estão satisfeitas com a profissão, principalmente pela paixão daquelas que desempenham o serviço operacional. É importante destacar que a estabilidade oferecida pela profissão é considerada fator decisivo para o ingresso na instituição. Evidenciou a existência dos mais variados perfis de policiais femininas na PMGO. Algumas se identificam com o policiamento operacional, tem aquelas que buscam os cursos de policiamento especializado e existem outras que gostam do serviço administrativo. Havendo muitas funções a serem desempenhadas, cabendo cada uma buscar desenvolver aquela com que se identifique. Todas são unânimes ao afirmarem que a profissão de policial militar é uma profissão exercida com excelência pelas mulheres.Policiais femininasMulherPreconceitosPMGOFARDA E BATOM: “SER POLICIAL MILITAR”, UMA PROFISSÃO FEMININA?Article