Michael Cavalcante LimaRogério José da Costa2024-08-152024-08-152023-12-11https://dspace.pm.go.gov.br/handle/123456789/3097Os policiais militares são submetidos a constantes treinamentos, simulando situações de risco durante sua formação. Todavia, a realidade das ocorrências é repleta de complexidades que, muitas vezes, não podem ser completamente replicadas em ambientes controlados. Os militares são, portanto, confrontados durante o atendimento policial, com a decisão entre usar ou não força letal para conter uma ameaça iminente. Diante desse cenário, as polícias militares adotam procedimentos descritos em manuais de procedimentos operacionais, como forma de fornecer direcionamento padronizado para suas equipes em diferentes tipos e níveis de ocorrências. Servindo como base para esses atendimentos, uma doutrina de destaque é a do uso seletivo da força com a utilização de instrumentos de menor potencial ofensivo, armas não letais, incapacitando e contendo brevemente um ou mais indivíduos, sem causar danos permanentes. Considerando esses aspectos, realizou-se a investigação da composição e dos efeitos causados por agentes químicos utilizados em situações de confronto pelo Batalhão de Polícia Militar de Choque (BPMCHOQUE) da Polícia Militar de Goiás (PMGO). Foram explorados aspectos relacionados aos agentes de solução lacrimogênea, como o ortoclorobenzilmalononitrilo (CS) e a oleoresina de capsicum (OC), discutindo aspectos relacionados às substâncias presentes na composição desses agentes e seus impactos no organismo humano.ptAgentes químicos. Lacrimogêneos. Ortoclorobenzilmalononitrilo. Capsium.AGENTES QUÍMICOS UTILIZADOS EM SITUAÇÕES DE CONFRONTO PELA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS: UMA ANÁLISE SOBRE A COMPOSIÇÃO E EFEITOS FISIOLÓGICOSArticle