Giuliano Trindade de SousAline Rachel Gonçalves Costa2026-09-242026-09-242026https://dspace.pm.go.gov.br/handle/123456789/6658O artigo analisa o planejamento, a contratação, a execução, a fiscalização e o recebimento das obras de ampliação de 1.600 vagas no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, distribuídas entre a Casa de Prisão Provisória e a Penitenciária Odenir Guimarães. Com base no processo administrativo nº 202116448031781, busca identificar lições aplicáveis a futuras obras prisionais em Goiás. Adota estudo de caso aplicado, abordagem qualitativa, pesquisa documental e análise descritiva de dados quantitativos. Foram examinados documentos de planejamento, licitação, contratação, execução, fiscalização, alteração e recebimento das obras. Os resultados revelam trajetórias distintas entre os contratos, embora ambos tenham sido inicialmente firmados por R$ 53 milhões. Houve aditivos de valor e prazo, diferenças nas soluções construtivas e distintos níveis de detalhamento nos registros de recebimento. Conclui-se que futuras contratações devem aprimorar a definição das necessidades, a aprovação dos projetos, a gestão de riscos, o controle físico-financeiro e a avaliação pós-ocupação.ptObras prisionaisPlanejamentoGestão contratualGestão de riscosLições aprendidas.PLANEJAMENTO E GESTÃO DE OBRAS PRISIONAIS: lições aprendidas com a ampliação do Complexo Prisional de Aparecida de GoiâniaArticle