Wenzel Luiz Monteiro MarquesSimone de Jesus2026-08-042026-08-042025https://dspace.pm.go.gov.br/handle/123456789/6547Este artigo apresenta uma análise quali-quantitativa dos riscos operacionais e ocupacionais enfrentados por policiais penais durante atividades de escolta hospitalar. A pesquisa foi conduzida com 100 respondentes, profissionais atuantes na segurança de custodiados em ambientes hospitalares do Estado de Goiás. Os resultados revelam déficits críticos em capacitação (87% sem treinamento específico), infraestrutura inadequada e elevados níveis de estresse ocupacional (54% com estresse moderado a alto). A análise identificou 16% de incidentes nos últimos 24 meses, incluindo fugas, agressões e exposições biológicas. As prioridades apontadas pelos profissionais incluem a realização de um curso específico de capacitação em escolta prisional hospitalar (73%), a melhoria da infraestrutura (67%), o aumento do efetivo (54%) e a padronização de procedimentos. Foi realizado um mapeamento das principais unidades hospitalares onde os custodiados recebem tratamento de saúde; foram identificados números alarmantes de riscos físicos e biológicos em três dessas unidades: UPA Flamboyant, UPA Brasicom e Hospital Psiquiátrico Wassily Chuc. O estudo conclui que a implementação de protocolos operacionais padronizados, capacitação contínua, melhoria das condições de trabalho e o direcionamento dos custodiados para unidades hospitalares que ofereçam maior segurança física e biológica são medidas essenciais para mitigar riscos e proteger a integridade física, mental e profissional dos policiais penais.ptPolícia PenalEscolta HospitalarRiscos OcupacionaisSegurança PúblicaSaúde do Servidor.ESCOLTA HOSPITALAR PRISIONAL: Riscos e DesafiosArticle