Eurípides Barsanulfo LimaMOISÉS DE MENDONÇAWASHINGTON LUIZ ALVES CAVALCANTE2025-10-132025-10-132007https://dspace.pm.go.gov.br/handle/123456789/5494Este artigo trás uma pequena história da polícia comunitária no mundo. Analisa, de forma contemporânea, as vantagens de se empregar as polícias com essa nova filosofia de trabalho integrado com a comunidade afeta, mais precisamente no que tange às experiências goianas. Elege, para tanto, o fator cidadania como resultado dos projetos de polícia comunitária. Tece crítica ao modelo de gerenciamento adotado pelas instituições que tratam da segurança pública em Goiás, a partir das experiências vividas em outros estados brasileiros. A questão elencada evidencia as práticas dos atuais dias, pautadas na busca por uma convivência harmoniosa e salutar, cuja proximidade das pessoas com o aparato policial do Estado vem sendo estruturada através de um processo contínuo e constante de responsabilidade e compromissos mútuos, transformando em realidade a filosofia da polícia proativa. No afă de se alcançar a paz via do respeito aos direitos humanos, também conduz a maior qualidade de vida para a coletividade. O estudo oportuniza ratificar conceitos que se adequem à cultura local e selecionar as alternativas a serem desencadeadas pelos órgãos policiais, em conjunto com os diversos seguimentos populares, os quais deverão auxiliar-se mutuamente, pois hoje, com a envergadura da globalização, dentre outros fatores, enquanto os cidadãos se dissuadem e se isolam essa nova forma de encarar os problemas de segurança aglutina as pessoas e se propõe a ganhos coletivos. A solução que se apresenta é a adoção da mencionada filosofia estratégica pelos programas institucionais de cada administração goiana de segurança.ptPoliciamentoComunitárioSetorizaçãoCidadania.РOLICIAMENTO COMOMUNITÁRIO E SETORIZAÇÃO EM GOIÁS: UMA PERSPECTIVA DO FUTUROArticle