Tálisson Oliveira de QueirozRodrigo Victor de OliveiraFrancyelle Pereira e Silva Umbelino2026-09-242026-09-242026https://dspace.pm.go.gov.br/handle/123456789/6694O presente artigo analisa a institucionalização formal da Chefia Adjunta nas Unidades Regionais da Polícia Científica de Goiás (PCI-GO), investigando sua contribuição para a continuidade administrativa e a eficiência operacional. O problema de pesquisa foca na excessiva centralização decisória e na sobrecarga dos gestores regionais diante da complexidade das rotinas administrativas e da custódia de vestígios. O objetivo geral consiste em avaliar a viabilidade da regulamentação técnica dessa função como instrumento de otimização gerencial, integridade administrativa e promoção da saúde ocupacional. Metodologicamente, a pesquisa classifica-se como aplicada e exploratório-descritiva, com abordagem mista (quali-quantitativa) e método hipotético-dedutivo. Os procedimentos incluíram pesquisa documental e a aplicação de questionário estruturado a 24 gestores das Regionais de Polícia Científica. Os resultados demonstram que 91,7% dos respondentes atuam rotineiramente fora da jornada regular e 54,2% relatam impactos negativos na saúde física e mental decorrentes da sobrecarga. Observou-se unanimidade (100%) entre os gestores quanto à necessidade de segurança jurídica para atos administrativos e à otimização da gestão local mediante a formalização do cargo. Os resultados sugerem que a criação das Chefias Adjuntas pode contribuir para a concretização do Princípio da Eficiência, sendo essencial para garantir a preservação da memória organizacional, a fluidez dos processos administrativos e a resiliência institucional no interior do Estado.ptPerícia oficialContinuidade administrativaBurocracia de médio escalãoGestão públicaGestão do conhecimento.INSTITUCIONALIZAÇÃO DA CHEFIA ADJUNTA NAS UNIDADES REGIONAIS DA POLÍCIA CIENTÍFICA DE GOIÁS: uma análise de sua contribuição para a continuidade administrativa e eficiência operacionalArticle